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O Son varia com a L´Atitude.

quinta-feira, abril 30, 2015

Kaká Barboza abre Gaveta Branca



Gaveta Branca

Cabina Noctâmbula da palavra

Gruta íntima

Clara absolutamente branca e clara
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quarta-feira, abril 29, 2015

Pedro Rodrigues - Um fotógrafo para a música


É sempre um prazer conhecer aqueles que com a sua obra criam o edificio musical caboverdiano. Pedro Rodrigues representa um dos andares marcantes com os muitos temas relevantes que compôs.

Mais sobre Pedro Rodrigues aqui.

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quinta-feira, abril 23, 2015

Dr. Dana Faria - Um Visionário e Lider Caboverdiano


O Presidente Jorge Carlos Fonseca, condecora com a 1ª Classe da Medalha de Mérito o Presidente da BridgeWater State University, Dr. Dana Faria.

O Percurso de Dana Faria e sua contribuição decisiva para a educação tanto nos Estados Unidos como em Cabo Verde, fazem dele uma figura importante no sistema de ensino dos dois Países.

As oportunidades que o Presidente Dana criou para a Universidade de Cabo Verde no âmbito da cooperação com a BridgeWater State University terão a médio e longo prazo um impacto substancial.

Um grande obrigado ao Presidente Dana e a toda a sua equipa.

Mais informação aqui.
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terça-feira, abril 21, 2015

Conselho para se levar a sério




Snowden nos dá um conselho sobre como definir a nossa password neste mundo dos acessos que vale a pena ser levado a sério.
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Carta aberta de Mia Couto ao Presidente da África do Sul sobre o genocídio de moçambicanos naquele país



Carta aberta do

Presidente da “Fundação Fernando Leite Couto”,

Mia Couto

Contra o genocídio de moçambicanos na África do Sul

Exmo. Senhor Presidente Jacob Zuma

Lembramo-nos de si em Maputo, nos anos oitenta, nesse tempo que passou como refugiado político em Moçambique. Frequentes vezes nos cruzámos na Avenida Julius Nyerere e saudávamo-nos com casual simpatia de vizinhos. Imaginei muitas vezes os temores que o senhor deveria sentir, na sua condição de perseguido pelo regime do apartheid. Imaginei os pesadelos que atravessaram as suas noites ao pensar nas emboscadas que congeminavam contra si e contra os seus companheiros de luta. Não me recordo, porém, de o ter visto com guarda costas. Na verdade, éramos nós, os moçambicanos, que servíamos de seu guarda costas. Durante anos, demos-lhe mais do que um refúgio. Oferecemos-lhe uma casa e demos-lhe segurança à custa da nossa própria segurança. É impossível que se tenha esquecido desta generosidade.

Nós não a esquecemos. Talvez mais do que qualquer outra nação vizinha, Moçambique pagou caro esse apoio que demos à libertação da África do Sul. A frágil economia moçambicana foi golpeada. O nosso território foi invadido e bombardeado. Morreram moçambicanos em defesa dos seus irmãos do outro lado da fronteira. É que para nós, senhor Presidente, não havia fronteira, não havia nacionalidade. Éramos, uns e outros, irmãos de uma mesma causa e quando tombou o apartheid a nossa festa foi a mesma, de um e de outro lado da fronteira.

Durante séculos, emigrantes moçambicanos, mineiros e camponeses, trabalharam na vizinha África do Sul em condições que pouco se distinguiam da escravatura. Esses trabalhadores ajudaram a construir a economia sul-africana. Não há riqueza do seu país que não tenha o contributo dos que hoje são martirizados.

Por todas estas razões, não é possível imaginar o que se está a passar no seu país. Não é possível imaginar que esses mesmos irmãos sul-africanos nos tenham escolhido como alvo de ódio e perseguição. Não é possível que moçambicanos sejam perseguidos nas ruas da África do Sul com a mesma crueldade que os polícias do apartheid perseguiram os combatentes pela liberdade, dentro e fora de Moçambique. O pesadelo que vivemos é mais grave do que aquele que o visitava a si quando era perseguido político. Porque o senhor era vítima de uma escolha, de um ideal que abraçou. Mas os que hoje são perseguidos no seu país são culpados apenas de serem de outra nacionalidade. O seu único crime é serem moçambicanos. O seu único delito é não serem sul-africanos.



Senhor Presidente

A xenofobia que se manifesta hoje na África do Sul não é apenas um atentado bárbaro e cobarde contra os “outros”. É uma agressão contra a própria África do Sul. É um atentado contra a “Rainbow Nation” que os sul-africanos orgulhosamente proclamaram há uma dezena de anos. Alguns sul-africanos estão a manchar o nome da sua pátria. Estão a atacar o sentimento de gratidão e solidariedade entre as nações e os povos. É triste que o seu país seja hoje notícia em todo o mundo por tão desumanas razões.

É certo que medidas estão a ser tomadas. Mas elas mostram-se insuficientes e, sobretudo, pecam por serem tardias. Os governantes sul-africanos podem argumentar tudo menos que estas manifestações os tomou se surpresa. Deixou-se, mais uma vez, que tudo se repetisse. Assistiu-se com impunidade a vozes que disseminavam o ódio. É por isso que nos juntamos à indignação dos nossos compatriotas moçambicanos e lhe pedimos: ponha imediatamente cobro a esta situação que é um fogo que se pode alastrar a toda a região, com sentimentos de vingança a serem criados para além das suas fronteiras. São precisas medidas duras, imediatas e totais que podem incluir a mobilização de forças do exército. Afinal, é a própria África do Sul que está a ser atacada. O Senhor Presidente sabe, melhor do que nós, que ações policiais podem conter este crime mas, no contexto atual, é preciso tomar outras medidas de prevenção. Para que nunca mais se repitam estes criminosos eventos.

Para isso urge tomar medidas numa outra dimensão, medidas que funcionam a longo prazo. São urgentes medidas de educação cívica, de exaltação de um passado recente em que estivemos tão próximos. É preciso recriar os sentimentos solidários entre os nossos povos e resgatar a memória de um tempo de lutas partilhadas. Como artistas e fazedores de cultura e de valores sociais, estamos disponíveis para de enfrentar juntos com artistas sul-africanos este novo desafio, unindo-nos às inúmeras manifestações de repúdio que nascem na sociedade sul-africana. Podemos ainda reverter esta dor e esta vergonha em algo que traduza a nobreza e dignidade dos nossos povos e das nossas nações. Como artistas e escritores queremos declarar a nossa disponibilidade para apoiar a construção de uma vizinhança que não nasce da geografia mas de um parentesco que é da alma comum e da história partilhada.

Maputo, 17 de Abril de 2015

Mia Couto

Presidente da Fundação Fernando Leite Couto
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quinta-feira, abril 16, 2015

O Exemplo de Nariel


Há uns anos atrás tive a oportunidade de conhecer um garoto que parecia tímido e que tinha uma ideia fixa. Estudar Matemática nos Estados Unidos.

A mãe foi trocar umas ideias comigo sobre a vontade do seu Nariel. Conversei um pouco com ele e fiquei deveras convencido de duas coisas. Nariel gostava de Matemática e queria estudar nos Estados Unidos.

Passa o tempo e hoje tenho informação através da mãe de que a formatura do Nariel é hoje 16 de Abril. Terminada a licenciatura com sucesso, foi aceite para um programa de Doutoramento em Matemática na Tufts University em Boston.

O Nariel é certamente um grande exemplo para muitos jovens.
Sucessos sempre.
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quarta-feira, abril 15, 2015

Kriol Djazz - Whats Next?


O Festival de Música Kriol Djazz é já um sucesso construido.

A 7ª Edição, penso ter contribuído para inscrever o FKJ na rota de eventos musicais com classe, e com isso irradiar esta classe internamente, de forma a influenciar muitas iniciativas musicais nossas sem qualidade.

O problema neste momento é o que deve vir a seguir, já que as expectativas estão altíssimas. Por parte dos músicos, produtores, do público, da imprensa e de todos.

O sucesso crescente do Festival vai depender muito de um modelo de gestão do evento que seja altamente profissional, e seja capaz de manter o lado da paixão pela música ao mesmo tempo que todas as oportunidades que o negócio vai proporcionar. Deve ser capaz de ser sempre inclusivo, e trazer todas as melhores e genuinas revelações musicais locais, independente dos lobbies dos produtores.

Por fim, o Festival deve, agora com Berklee On the Way, ser um espaço em que, definitivamente, se liga a música à educação em Cabo Verde.

Sucessos ao FKJ.
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sábado, abril 11, 2015

Yes, We Can - Si, Podemos!


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quinta-feira, abril 09, 2015

Hoje Je Suis MAC # 114


Estes jovens obrigaram a República a ser Coisa Pública.
E Eles Vetaram.
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Berklee - On the Way


Educação Musical e Profissionalização é o caminho. Apenas com o talento e com a máxima de "Pais de Músicos" não vai ser suficiente para um tempo marcado pelas oportunidades reais que as industrias criativas representam.

Berklee is On the Way para facilitar e ajudar.

Mais info aqui https://www.berklee.edu/berkleeontheroad/berklee-cape-verde
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terça-feira, abril 07, 2015

MAC # 114 - Defendendo a Honra


O que é que significa esse 114?

Tem a ver com o artigo 114 do Regimento Interno da Assembleia Nacional. É usado quando os deputados querem defender a sua honra. Nós usámo-lo porque queremos repor a honra dos desempregados, das pessoas mais desfavorecidas e que passam por dificuldades, bem como, dos cidadãos não políticos em Cabo Verde.

Veja Entrevista de Rony Moreira em http://asemana.publ.cv/spip.php?article108841&ak=1
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quarta-feira, abril 01, 2015

A nuvem da modernidade chegou?


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