quarta-feira, dezembro 10, 2014

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O Corredor

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...às vezes 
o que 
importa
é ter um 
Corredor
e ver 
A Âncora,
não a Luz...

"DBarbosa - Jun 2014"

quarta-feira, dezembro 03, 2014

...e a lava avança.

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Pós Erupção do Vulcão do Fogo

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Entendo a catástrofe e sou solidário para com as gentes afectadas na zona de Chã das Caldeiras.

No entanto, importa começar-se a pensar no pós erupção. Há estudos que já sistematizaram os problemas todos. Importa conhecê-los, divulgados junto a autoridades e comunidades. Medidas devem tomadas em consequência e práticas devem ser radicalmente mexidas. Zona de segurança e autorização de entradas e permanência devem ser definidos? Senão, daqui a 20 anos voltaremos a entrar na mesma onda de solidariedade, mas que poderá ser devido a uma raiva mais séria do Vulcão.

Fica uma entre várias outras sugestões de leitura:
Reducing volcanic risk on Fogo Volcano,Cape-Verde, through a participatory approach: which out coming?

sábado, novembro 29, 2014

Eficácia no S.O.S TXAN...

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Kampion Djonsa!
Nôs guentis ta agradece.

quinta-feira, novembro 27, 2014

Impotência perante o Vulcão.

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Será que resta apenas aceitar o que nos impõe a força do Vulcão?
Que a solidariedade nacional não falte nesta hora dificil para muitas familias e para toda a generosa ilha do Fogo.

sábado, novembro 22, 2014

Entusiasmo

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Impressiona o estusiasmo que a jornalista anuncia a próxima novela brasileira que irá ser apresentada na TCV, depois do Jornal da Noite. 
A não perder como ela mesmo faz questão de dizer.
Estamos sim, perdidos.

quinta-feira, novembro 20, 2014

Interessante!

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Assisto o programa Pontos nos i´s de Rosana Almeida, "Como está São Vicente?".
Na reportagem aparece este cidadão com uma camisa escrita "Soncente Sab pa cagá" e na imagem atrás está uma placa dizendo " Precisa-se de Empregado".
Pena ninguém tenha reparado neste "detalhe" interessante para comentar...

Menu dedicado ao Crime

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Já faz todo o sentido a imprensa em Cabo Verde dedicar um menu ao Crime.
Não escapa um único dia na semana em que não se tem um item novo.
É que facilita navegar neste assunto que parece ser neste momento o tema de maior destaque na vida nacional.
Depois podia-se criar categorias como: narcotrafico, violacao, facadas, tiro, bofetadas, soco no olho, pedrada, cassubody, e ainda lume e garrafada.
Ficou de fora alguma categoria?
Para facilitar a vida ao cidadao...

quarta-feira, outubro 22, 2014

Língua para irmos mais longe!

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Leio a notícia e não dá para não concordar com o Germano Almeida.
O português precisa ser levado a sério no País.

Com o criolo certamente ficamos aqui dentro. Com o português vamos até Lisboa. É na verdade, mais longe.
No entanto, para irmos bem mais longe quem sabe se o Inglês não nos daria mais jeito.
Talvez fosse bom lembrar a uns e outros que os Portugueses correm hoje como loucos atrás da língua Inglesa para tentarem uma chance no mercado.
Esta conversa tem ficado muito à volta da literatura.
Que tal falarmos das ciências e da inovação?

Enfim, será que a lingua é uma questão estratégica para nós?

terça-feira, outubro 14, 2014

Concerto com Ricardo de Deus - Certamente um Son más Son!

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"Já fazia algum tempo que não tocava aqui na Cidade da Praia, e por árias vezes, encontrei-me com pessoas amigas que me perguntavam quando eu iria tocar, o que me deixou sempre muito contente.

Então, aproveito para convidar a todos para virem assistir o  nosso show no dia 16, quinta-feira as 21h no CCP."

Obrigado por mais um concerto e mais música Ricardo. O teu Son sempre abrirá caminhos para a alma de todos.
Um bom concerto.


sexta-feira, outubro 10, 2014

Vai sair Luz Branca da Gaveta...

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Caro Ermano, 
assim como foi esfolear e fazer música a partir de 
Konfison na Finata, 
também vai sair da Gaveta,
música e Branca.
Um obrigado pelo teu print 
lúcido e futuro 
nas palavras...

quarta-feira, outubro 08, 2014

É isso aí...Cadé Candidatos!

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segunda-feira, outubro 06, 2014

Mente de um Criolo de Desenvolvimento Médio

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A Semana publica uma nota sobre o Global Climate Chance Musical Project que participei e um Criolo acha que deve dizer isto:

"

Criolo

05 Outubro 2014 13:14
Apesar eu acho que ele errou gravemente alinhar con partido communista de paigcv, ele eh un grande artista. Si CD e musicas Free son, etc sao grande smusicas, tirando ques quel critica MPD, partido que trouse Democracia a caboverde. Nao sei porque os elites da praia que mamarem na tempo de paigcv ta atcha mes debi mama bai un bez."














Isto é mesmo de loucos!
O espaço público em Cabo Verde é patrocinado para ser sanguinário e violento de tal forma que a opção que resta é talvez não participar nele.
Mente violenta transvestida de liberdade de expressão!

domingo, outubro 05, 2014

Alternativa à maratona dos festivais, às horas de telenovela na TV Pública e à militância naive!

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Praia de Esperança: por uma cidade mais inclusiva - Texto de Crisanto Barros

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Muitos de nós que vivemos na Praia, cidade agraciada pela bonita baía de Santa Maria e achadas imponentes, precisamos contribuir, de forma cidadã, para edificar um património urbano e afectivo mais ambicioso e condizente com as oportunidades de desenvolvimento de Cabo Verde.

Praia é uma urbe que conheceu uma dinâmica económica própria em razão da expansão dos serviços governamentais e, consequentemente, do consumo público, do processo de liberalização de concessão de alvarás de importação aos comerciantes, da absorção da poupança fundiária, especialmente do interior de Santiago, do Fogo e da emigração, e do branqueamento de capital, transformando-se num espaço económico rentável. Eis por que a sua população aumentou de forma exponencial nas últimas quatro décadas, passando de 40.000 indivíduos, em 1970, para aproximadamente 140.000, em 2014.

A forte pressão demográfica que sobre esta cidade recaiu não foi acompanhada, por razões de índole vária, nem de uma política adequada de infra-estruturação, designadamente a de saneamento e água, nem de um processo de ordenamento à altura dos desafios de uma cidade capital. Tanto é assim que, hoje, mais da metade de sua população não tem acesso ainda à rede de água canalizada e esgoto e o ordenamento ainda é a desordem.

Como podemos formar cidadãos sem cidade ordenada? A politiquice tem dessas coisas, no mínimo, surrealistas! Hábitos primários não se ensinam, incorporam-se por vivências e, neste caso, o ordenamento é um dos primeiros atos de civilidade.

Em nosso entender, muitas razões concorrem para um desenvolvimento contraditório da nossa cidade. Em primeiro lugar, é preciso ter em conta que a cidade foi sempre um espaço onde os desencontrados, num Cabo Verde historicamente ilhado, encontraram-se eivados de sentimentos e identificações díspares, o que dificulta a consolidação de um sentimento de pertença. Em segundo, em vez de se elevar o grau de exigência cívica em prol da cidade, uma vaga de dirigentes políticos fez do dumping político o seu modo de sobrevivência. Tal situação contribuiu para a proliferação da cultura “dexa coitado bai di si manera”, com consequências nocivas no processo de construção da desejada cidadania urbana.

Apesar desses constrangimentos, a cidade constitui, hoje, um espaço económico muito atractivo, albergando sectores dinâmicos da economia nacional como o comércio, os transportes, a comunicação, o armazenamento, os serviços financeiros, as TIC, a construção civil que lhe confere uma histórica oportunidade de se constituir numa metrópole rentável, capaz de catapultar o país, a par de outros importantes espaços económicos, para uma nova fase de inserção do arquipélago no concerto do capitalismo global.

Além disso, alberga uma massa crítica considerável: mais de 2/3 dos quadros especializados do país, estudantes do ensino superior e associações profissionais de índole diversa cada vez mais exigentes. Os posicionamentos das lideranças da Pró-Praia, dos bloguistas, etc. demostram sinais claros de inconformismo face às tentativas de nivelar a cidade por baixo. A par disso, uma parcela importante da classe política local parece estar, agora, cada vez mais ciente e com mais serventia para se bater e resolver os problemas de monta de que padece a Praia.

A estratégia de tornar a CM um espaço para voos político-partidários maiores, sem responder de forma satisfatória aos anseios do eleitorado, parece dar sinais de esgotamento. Tanto é assim que a sina de querer acomodar muitas injunções político-partidárias no escopo camarário deu no que deu nos anos 90, durante o mandato de Jacinto Santos. Foi o que foi no segundo consulado de Felisberto Vieira. Espera-se o que se espera no de Ulisses Correia e Silva, uma inflexão face ao passado. Ou seja, mais resultados e menos conversa. Várias medidas implementadas tais como o embelezamento da cidade, a melhoria da recolha do lixo – que, entretanto, tarda em dar um salto qualitativo –, a construção de vias secundárias inter-bairros, a edificação de infra-estruturas desportivas (polivalente, fitness park etc.), a requalificação de praças, a “pedonalização” da Rua 5 de Julho e a dinamização de actividades culturais pressagiam mudanças de postura e crê-se inaugurar uma nova era para a nossa cidade. Que assim seja! Uma cidade “popular chique” nos faz bem a todos! Mas, após tantas deceções no segundo mandato, em que a CM parece transformada em trampolim pessoal e político para navegações rasantes a baixo custo – curiosamente todas elas naufragadas – fica sempre um sentimento do “a ver vamos”.

Que a Praia de hoje é melhor do que a de outrora, ninguém duvida, e nem se deve exigir coisa diferente. Há um trabalho de monta que vem sendo realizado no decurso dos anos. Estão aí as infra-estruturas aeroportuárias (ainda que mui acanhadas), expansão do porto, circular, estradas de penetração, vias internas asfaltadas, novos centros de saúde, calcetamento de arrabaldes, Praça Cruz de Papa, etc.

Entretanto, o desenvolvimento da Praia, neste início de século, passa, imperativamente, pela implementação de um projecto ambicioso de requalificação urbana, especialmente da zona centro/norte, que se estende das ribeiras de Lém Ferreira a S. Pedro, Achadinha a Eugénio Lima e de Ponta D’Água a Achada Mato, locais onde reside metade da população que labuta em condições urbanas muito precárias para garantir o seu pão de cada dia. Nesses novos bairros, onde o Estado se faz presente cada vez mais pelos seus instrumentos de repressão, pululam uma classe média emergente e uma grande massa popular constituída maioritariamente por jovens, ávidos de novas oportunidades que, por falta de alternativas credíveis, inserem-se no mercado de consumo através de estratégias de conversão à criminalidade, à prostituição, ao tráfico de estupefacientes, etc.

Ora, é preciso transformar essas ribeiras, fronteiras da pobreza e da desigualdade, em novas passarelas de mobilidade social ascendente mediante a construção de equipamentos de negócios, habitação social, espaços desportivos e de lazer, capazes de promover maior inclusão social e reforçar a cidadania. Caso contrário, reforçar-se-á a tendência em curso à segmentação espacial e social da cidade entre bairros “ditos problemáticos” (a norte) – que, na verdade, pagam a factura do défice de investimento público - versus os supostamente “não problemáticos”(a Sul), onde reside uma classe média criada pelo Estado e novos ricos.

O crescimento acelerado da cidade da Praia constitui uma oportunidade ímpar para, na ponta do lápis se redefinir as suas funções urbanísticas, com ambição, e impor a autoridade pública. As ideias apresentadas por vários arquitectos (José Gomes, Pedro Martins, João Vieira, etc.)
constituem uma boa base de partida. Para aumentar a auto-estima da cidade, como o fizera no passado Abílio Macedo, um republicano que redesenhou a Praia com ambição, urge, por um lado, emprestar mais estética aos espaços históricos da cidade, designadamente a zona do Taiti, infelizmente, degradada e há algum tempo a esta parte em processo de “sucupirização”, toda a extensa orla que se estende de Gamboa à Quebra Canela, o farol Maria Pia e o seu entorno e os bairros emergentes do Palmarejo, São Filipe e Achada Grande Traz.

Por outro, é preciso estruturar de vez um sistema de transporte público de qualidade de modo a garantir aos cidadãos o direito de circularem atempadamente – e a qualquer hora – com dignidade. É, no mínimo, antidemocrático que as nossas autoridades públicas, em geral, se preocupem mais com os seus transportes públicos (powerful jeep), entretanto, privatizados, do que com o transporte do público, este relegado “desenrascanço” nos autocarros insuficientes, nos hiaces, “táxis coletivos”, numa tendência de inversão quiçá surrealista. Ou seja, o que devia ser privado é público e o que podia ser público é privado.

Uma cidade é acima de tudo uma comunidade de afeto alimentada por aqueles que por ela sentem alguma identificação, seja ela adveniente do poder político, do dinheiro, da cultura, da esperança de sobrevivência, etc. Para isso, é necessário que as suas elites locais (política, económica, intelectual, associativa, religiosa ou outra) assumam claramente o desafio de trabalhar, independentemente das suas diferenças político-ideológicas, conjuntamente em prol de um projeto minimamente compartilhado a favor dos interesses superiores da cidade. Caso contrário, a nossa cidade poderá constituir-se numa grande frustração para os seus habitantes, especialmente para os seus jovens, com consequências sociais imprevisíveis.

Praia Maria de Esperança é um ponto de encontro dos cabo-verdianos, um espaço acima de tudo acolhedor e cosmopolita. Por aqui, sempre ouviram-se batuque, finaçon, morna, coladeira, funaná, mazurca e os pretos, brancos, mestiços, nacionais e estrangeiros, dançam ao som e ao ritmo de cada compasso musical. Ela deve guardar, com chave de ouro, esta característica matricial de ser um espaço urbano que não dissolve e nem reduz a idiossincrasia dos cabo-verdianos que nela habitam, sejam eles santa-catarinenses, santa-cruzenses, tarrafalenses, foguenses, bravenses, boavistenses, saonicolauenses, sanvicentinos, santantonenses etc, e, entretanto, todos kauberdianos, como diziam as nossas avós. Por isso, deve continuar a ser boa madrasta e precisa ser melhor MÃE.

Praia Maria representa, hoje, uma boa oportunidade de melhoria das condições de vida dos cabo-verdianos esperançados (como fora Mindelo, na sua fase áurea, como são hoje as ilhas orientais do Sal e da Boa Vista). Trata-se de um espaço-Cabo Verde, onde os diasporizados, no seu próprio torrão, reencontram-se e esse novo contacto pode ser um bom momento para refletirmos e desvencilharmos do essencialismo e do paroquialismo locais que o colonialismo nos legou que, infelizmente, segmentos de “elitizados” decadentes teimam em reproduzir sem medir as suas consequências. 

Praia Maria em construção é mais um oásis de esperança neste arquipélago historicamente incerto e vulnerável e tem todas as condições para se transformar, par das outras cidades irmãs, numa das belas urbes desta costa ocidental africana caldeada de pesadelos e sonhos dos nossos antepassados.

Crisanto Barros
Investigador e Docente Dep. Ciências Socias e Humanas da Universidade de Cabo Verde

Setembro de 2014

sexta-feira, outubro 03, 2014

O Estado Light e a Construção do Retrocesso

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Os democratas retardatários conseguiram, em vez do Check and Balance da praxe, instituir um sistema em que a violência reina e a autoridade do Estado é desbaratada a cada raiar do sol.

As noticias que agora são o pão nosso de cada dia nos Jornais são disso prova.

E sobre isso tudo, um atento cientista caboverdiano tem dito que está-se a construir o que ele denomina de "Estado Light", cujo objectivo fundamental é a construção premeditada do retrocesso.


segunda-feira, setembro 22, 2014

Global Climate Change Music Project - A minha contribuição

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Interessante ter participado neste projecto coordenado a partir da Austrália, em que compositores de diferentes países criaram pequenas partes musicais para se produzir no final uma peça única, com o objectivo de chamar a atenção para o problema da mudança climática no planeta.

O meu tema "Close to the Limit".
http://www.theglobalclimatechangemusicproject.info/africa/cape-verde/

O site do projecto
http://www.theglobalclimatechangemusicproject.info/

segunda-feira, setembro 15, 2014

Carro sai na Impressora

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Tudo é uma guerra qualquer!

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O Bombardeio da faixa de Gaza por Israel,
A Independência da Escócia,
A Independência da Catalúnia,
A Regionalização em Cabo Verde,
O Rover em Marte,
Ébola na Africa Ocidental,
O Conflito na Ucrânia,
A criação do Estado Islâmico - ISIS,
A nova Comissão Europeia,
O Papa Francisco,
O hacking a 4 milhões de passwords do Google,
E a minha próxima música.

Tudo é uma guerra qualquer!

quinta-feira, setembro 11, 2014

Beijo di Longi - Nice

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quarta-feira, setembro 10, 2014

Vision...

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terça-feira, setembro 09, 2014

E Esta!

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sábado, agosto 30, 2014

Encounter com Amélia da Lomba

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Espigas do Sahel


Espigas
espigas brotam do Sahel
pioneiras da liberdade
a caminhar sem cautela
pela floresta carregada de espinhos



Pessoas
pessoas
cruzam o meu caminho
penetram lentas e vagarosas
como
térmitas
na sala de interrogatórios
descubro o travo da
traição




Prefiro as hienas
e os lobos
que uivam constantes
todos sabem
donde e onde estão



Do ventre do bosque
ainda que faça silêncio
imaginam meu pensamento
ainda que cerre os dentes
e digo não penso
há gente que diz: mente



Não falo
não penso
oh gente da terra quantas vezes
ofereceis
malavu sem provar 

De: Espigas do Sahel. Luanda: Kilombelombe, 2003: 55-56.

quarta-feira, agosto 20, 2014

Cidadania Fiscal

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Este é o Cara...
Cidadão pleno da Républica, com NIF, Imposto de Circulação vitalício e ainda com direito a sombra e admiração por todos os construtores do Estado de Direito Democrático.



terça-feira, agosto 12, 2014

Há noticias que não são headlines em CV

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Rosetta é uma sonda espacial construída e lançada pela Agência Espacial Europeia (ESA) com a missão de encontrar-se no espaço e fazer um estudo detalhado do cometa67P/Churyumov-Gerasimenko, que viaja entre as órbitas da Terra e de Júpiter. Ela integra o conjunto de missões Horizon 2000 da agência espacial e é a primeira sonda construída para orbitar e pousar num cometa.
Lançada em 2 de março de 2004 da base de Kourou, na Guiana Francesa, no topo de um foguete Ariane  G+, a sonda atingiu seu alvo na metade de 2014. A nave compreende duas partes, a sonda espacial Rosetta, que carrega 11 instrumentos, e o pousador-robótico Philae, que transporta mais dez. A missão orbitará o cometa 67P por 17 meses e foi construída para fazer o mais detalhado estudo de um cometa jamais tentado.
A sonda recebeu este nome em homenagem à Pedra da Rosetta, que após sua descoberta em 1799 auxiliou no entendimento dos hieróglifos egípcios. O módulo pousador é batizado com o nome da ilha de Filas, no rio Nilo, onde foi descoberto um obelisco que também contribuiu para decifrar os hieróglifos de Rosetta.
Desde seu lançamento, a espaçonave já orbitou o Sol cinco vezes, realizou dois sobrevoos de asteroides e um sobrevoo de Marte, enviando dados e imagens. Depois do sobrevoo do planeta vermelho em 2007, em setembro de 2008 ela sobrevoou o asteroide 2867 Šteins e em julho de 2010 o asteroide 21 Lutetia. Depois de passar 31 meses em estado de "hibernação" no espaço, num modo de rotação estabilizada com todos os equipamentos desligados, à exceção do computador de bordo, numa órbita a caminho de seu encontro final, ela foi religada com sucesso em 20 de janeiro de 2014 pelos cientistas da ESA no centro de controle de Darmstadt, na Alemanha, enviando de volta seu primeiro sinal após mais de dois anos e meio.
Em 6 de agosto de 2014, ela tornou-se a primeira sonda espacial na história a entrar em órbita de um cometa.
Fonte; Wikipedia

quinta-feira, julho 31, 2014

A Global Capeverdean Network

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Do we really spend time thinking about how to build and use a global capeverdean network?

terça-feira, julho 29, 2014

Um vídeo para a hora da novela!

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Desafio os oradores de serviço sobre empreendedorismo a pedirem para se colocar 
este video no horário nobre.


quinta-feira, julho 24, 2014

O Kluster dos Hankais 0

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Porquê permitimos estas barbaridades no pais de estado de direito que é Cabo Verde?
Este profissional não consegue acertar em nada e o seu chefe também não consegue ver.
Está-se solenemente a construir um crime.

Ciente.

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Ciente.
Esta é mais recente inovação na administração pública em Cabo Verde e que se torna "viral" nas ilhas.

Envia-se uma proposta, uma ideia, uma pergunta, uma reclamação, uma nota, ou qualquer coisa a pessoas nas diversas estruturas e organizações, e vem esta resposta implacável:

CIENTE.

Quem manda parar esta tendência?

Dúvida Existencial

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Há músicos tidos como de renome e importantes para a cultura do País, que simplesmente bateram contra a parede da criatividade. Tocam a mesma música há mais de 20 anos. Mas fazem o chamado "sucesso" e ninguém lhes cobra novas músicas.
São eles que não têm mais nada para criar ou é o tal público que pura e simplesmente não existe?

segunda-feira, julho 21, 2014

2014 Cape Verde Tenth Island Project

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Bob Barboza desafia Educação e Ciência com o Projecto Cape Verde Tenth Island

Bob Barboza, educador, músico e especialista na área das tecnologias de informação, visita Cabo Verde para uma série de workshops e discussões com escolas, professores, alunos e gestores da educação, sobre as tendências que desafiam o processo de ensino e aprendizagem. 

Bob Barboza é o promotor de uma escola de sucesso na Califórna - EUA, e pretende partilhar a sua vasta experiência em Cabo Verde.

Toda a informação em www.kidstalkradiola.com

Aproveitemos.


Julho de 2014 - Bob Barboza é recebido por Sua Excelência o Primeiro Ministro, José Maria Neves.


Julho de 2014 - Bob Barboza apresenta o Projecto no Programa Show da Manhã da TCV.


Julho de 2014 - Bob Barbosa é recebido pela Sua Excelência o Presidente da República,
Jorge Carlos Fonseca


Julho de 2014 - Bob Barboza é recebido por Sua Excelência o Presidente da Câmara da Praia.


Julho de 2014 - Apresentação do Projecto a Docentes e Alunos da Uni-CV


Julho de 2014 - Bob Barboza apresenta o Projecto à Senhora Embaixadora dos Estados Unidos da América


Julho de 2014 - Bob Barboza faz workshop conjunto para os professores e gestores do Liceu Abílio Duarte e Escola OPEP1


Julho de 2014 - Bob Barboza apresenta o Projecto à Senhora Ministra da Educação


Julho 2014 - Bob Barboza apresenta o Projecto a Lúcia Cardoso, Flávio Semedo e Paulo Borges, docentes da Universidade de Cabo Verde.


Julho de 2014 - Bob Barboza faz a apresentação do Projecto à Sua Excelência o ex-Presidente da República, Pedro Pires


Abril de 2013 - Apresentação do Projecto à Sua Excelência o Presidente da República,
Jorge Carlos Fonseca



Março de 2014 - Apresentação e Workshop para Direcção e Professores da Escola OPEP 1


Outubro de 2013 - Apresentação do Projecto à Senhora Ministra da Educação


Junho de 2013 - Apresentação do Projecto Cabo Verde Tenth Island no Liceu Abilio Duarte - ESAD



Janeiro de 2013 - Alunos do Curso de Tecnologias Web da Uni-CV produzem video de apresentação da cantora Xiomara Barbosa e publicam na rede KidsTalkRadio.


02 de Outubro de 2009 - 1º Contacto, por email, com Bob Barboza