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O Son varia com a L´Atitude.

sexta-feira, junho 28, 2013

Run Forest, Run!

Seria interessante os analistas explicarem, à luz da competitividade por que razão o Presidente Obama é o 3º Presidente Americano a visitar o Senegal e neste "particular" Cabo Verde fica a ver "O".

Será que os amigos Senegaleses (os tais "mandjacos" que menosprezamos) nos dão de 10 a 0 no jogo de como chegar à Casa Branca? Ou será que Obama e os seus entendem que em Cabo Verde não vale a pena o pouso do Air Force One? Afinal de contas não somos o maior exemplo africano de democracia, governação e de indicadores económicos? O que estás a falhar e que não consigo entender?

O certo é que neste périplo pela Africa, o Presidente Obama leva nada mais do que 500 (ya man, 500) business man.

Está tudo aqui. Vamos ver.

"Obama ...has chosen to visit Senegal, Tanzania and South Africa, countries that are all relatively functional democracies, and he is likely to dwell on the issues of good governance and respect for human rights in his public remarks, which will serve to subtly remind Africans that these are issues that the United States puts more value on than does China.

But the real message Obama will be signaling is that America is open for business with Africa. In Tanzania, the president will have a closed meeting with some two-dozen leading American and African CEOs. And, according to Jennifer Cooke, an expert on Africa at the Center for Strategic and International Studies in Washington, "some 500 business leaders will join the president at various points in his trip to assess the opportunities for themselves."

Fonte: http://www.cnn.com/2013/06/26/opinion/bergen-obama-china-trip/index.html?iref=allsearch

I guess we need run guys, we need to run!



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Prof. Jetro da Silva - Wrap up Notes

Durante 2 semanas pude acompanhar de perto as actividades desenvolvidas pelo Professor Jetro da Silva, numa iniciativa que teve a colaboração da Uni-CV, do Ministério da Cultura, Câmara da Praia e vários outros interessados.

Fica o interesse deste educador e músico em apoiar o desenvolvimento de projectos que têm a ver com a capacitação de músicos locais. Segundo o Professor da Berklee, há sim um potencial e talento, mas há sobretudo um trabalho a ser feito. Ele está disposto a participar. E os nossos maiores interessados?


Workshop aberto ao público na Casa da Música.


Aula para alunos do Cesp - Performance Musical da Uni-CV.


Entrevista para o Programa Revista.


Workshop aberto ao público na Casa da Música.



Workshop aberto ao público na Casa da Música.


Aula para alunos do Cesp - Performance Musical da Uni-CV.


Aula para os formadores do Curso Cesp - Performance Musical da Uni-CV.


Encontro com o Presidente da Câmara da Praia - Ulisses Correia e Silva.


Encontro com o Embaixador do Brasil - Inácio Padilha
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quinta-feira, junho 27, 2013

Táxis, Turismo, Morabeza e Cidadania


A frase no táxi diz: "Bu inveja e nha sucesso". Tiremos as conclusões do tipo de alma que circula na cidade. Que se cuidem os turistas, cidadãos comuns e claro, os táxis. Talvez, uma pergunta seria, cada um escreve o que bem entender nos seus carros?

Enquanto isso, proponho vermos alguns nomes que aparecem nas chapas de matricula nos EUA, de acordo com o Estado e que de certeza as nossas autoridades já visitaram. Vamos copiar?

Colorado: The Mountain State
California: The Golden State
Florida: The Sunshine State
Indiana: The Hospitality State
Massachusetts: The Spirit of America
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segunda-feira, junho 24, 2013

Vaca Hills - Um bairro chamado chic!


Pastamos todos, convivendo diáriamente com estes "cidadãos" célebres neste bairro tido como de classe média.

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quarta-feira, junho 19, 2013

Adeus a Sema Lopi


1941 - 2013
"Corpu di txon alma di Deus"
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sexta-feira, junho 14, 2013

Prof. Jetro da Silva inicia as aulas na Casa da Música




História, Cultura, Músicas, Formas, Percepção, Articulações, Linguagem, Vocabulário, Sintaxe, e Modos.
Assim começa o primeiro dia de interacção com o Professor Jetro da Silva.

Músicos e interessados da cidade não percam. Não percam mesmo. Isto é prenda de Natal, vai valer a pena!

>>Workshop Professores de Música: Dias 13,14,17 e 19 de Junho, das 15h00 às 16h30

>>Trabalho com alunos do CESP: De 13 a 25 de Junho das 17h00 às 19h00

>>Masterclass com músicos locais: Dias 14,17,19 e 24 de Junho, das 19h00 ás 21h00.

Informações em http://musicasnaunicv.wordpress.com/2013/06/12/missao-do-professor-jetro-da-silva-a-uni-cv/


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quinta-feira, junho 13, 2013

Yes, Professor Jetro da Silva is Back!


Uma iniciativa supra nacional, supra partidária, supra institucional, supra individual e que contou com o envolvimento convergente de Harold Tavares, Lucia Cardoso, o Reitor da Uni-CV, o Ministro da Cultura e várias outras pessoas que positivamente torceram, trouxe de volta a Cabo Verde o Professor Jetro da Silva, da Berklee School of Music, para a realização de vários workshops na Casa da Música.

Uma oportunidade rara e especial para todos nós. Mas sobretudo uma realização pela amizade, pela música e pela educação.

Mais informação em http://musicasnaunicv.wordpress.com/2013/06/12/missao-do-professor-jetro-da-silva-a-uni-cv/

Conheça o trabalho do Professor Jetro da Silva.




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Crónica de uma quinta!


Bem em frente desta cor existe um atendimento medonho, uma alma triste, sem vida e quase uma obrigação para lá estar. Assustador.

Será que a pessoa se deu conta desta view? Afinal, diz-se que vermelho é vida!
Deixava um convite. Venha para o Coral da Lúcia. Canta para a tua alma triste. Pela vida...
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quarta-feira, junho 05, 2013

Mayra - Lovely Difficult contribui para o debate!



Novo single chama-se “We used to call it love” e chega hoje ás rádios. Novo álbum, o 4º de originais intítulado “Lovely Difficult”, chegará em setembro.

Mayra Andrade é lovely – adorável, generosa e radiante. A sua voz baseada nas suas raízes, distinta, poética e tropical, foi imediatamente descrita há uns anos atrás como reflectindo "outro Cabo Verde” – a sonoridade de uma Cesária Évora, libertada das voltas do destino e da pátina da tradição.

Com lançamento agendado para breve, Lovely Difficult é o quarto álbum desta cantora de 28 anos, que afirma que a sua vida e objectivos não são tão simples como se poderia pensar. Não se trata de uma artista neo-tradicional. Pode ser adorável mas é também firme, arrojada e determinada. Adorável, mas um espírito livre tanto na sua música como na sua vida. O título do álbum, Lovely Difficult, é a alcunha que o seu parceiro lhe deu.

A voz de Mayra é uma mistura de tons radiantes, dançantes, batidas aveludadas e melodias apimentadas. A sua voz está subtilmente “temperada” com pimento, como se a Europa da pop sempre tivesse sido um arquipélago tropical. As canções invocam um Verão eterno que dispersa névoas e arrepios, mas que nunca recorre ao brilho falso do exotismo. Cantadas em crioulo cabo-verdiano, inglês e português, as canções transportam-nos na sua imprevisibilidade quente e aventureira. A sonoridade pop de Mayra abrange o mundo inteiro, desde o romantismo ocidental até à sensualidade do sul, o reggae tradicional e música africana. Trata-se de uma pop tropical e viajada. O seu objectivo consistia simplesmente em fazer música que reflectisse a sua vida. E a sua vida tem sido muito colorida. O seu pai lutou na guerra da independência, uma luta apoiada por Cuba. Com havia receio pela saúde da mãe durante a gravidez, a mesma fugiu para ter a sua filha num "país irmão".

Como tal, Mayra nasceu em Havana e adquiriu a nacionalidade cubana. A cantora passou o início da sua infância na cidade da Praia, em Cabo Verde. Depois, aos 6 anos de idade, viajou com a sua mãe e padrasto (diplomata) para o Senegal, Angola e Alemanha. Quando regressou a Cabo Verde aos 14 anos de idade, começou a cantar e ganhou uma medalha de outro no concurso dos Jogos da Francofonia em 2001, em Otava. Cesária Évora tornou mundialmente famosos o país (“Cabo Verde – não é um cabo e não é verde”, como descreveu maravilhosamente Véronique Mortaigne do jornal Le Monde) e as batidas mulatas da ilha de São Vicente: a morna e a coladera.

Mayra Andrade é da ilha de Santiago, onde os estilos musicais têm mais percussão e são mais ritmados e africanos – o funaná e o batuque eram mal vistos pela elite colonial e, como tal, nunca foram exportados. Mayra é apaixonada por estes ritmos. A sua primeira decisão como cantora foi o facto de adiar a gravação. Actuou muito em palco mas permanecia afastada do estúdio. Certo dia, disse algo a Orlando Pantera, o artista mais inovador e independente do arquipélago na altura. “Não sei o que fazer com a minha música. Gostaria de fazer algo diferente.” “Então, minha querida, pára de procurar, tens a resposta contigo. Faz algo de diferente!” A cantora permaneceu determinada em conquistar essa diferença, mas acabou por perder Pantera, que adoeceu e faleceu aos 33 anos de idade quando ia começar a gravar o primeiro álbum de Mayra Andrade. (nota minha ***há um lapso aqui.)

Em 2006, a cantora finalmente lançou o seu primeiro álbum - intitulado Navega, uma produção marcada pelas suas raízes e gravada acusticamente a um ritmo de três canções por dia. A cantora descreve o seu segundo disco, “Stória, Stória…”, como “um álbum de princesa”. Foi gravado em Paris, Brasil e Cuba, e andou em digressão com oito músicos para apresentar as suas músicas. Em seguida, gravou três concertos para a rádio FIP. Tais gravações serviram de base ao álbum seguinte, Studio 105. “Depois dessa altura, decidi que queria fazer um álbum mais pop.” A cantora admite claramente que Lovely Difficult é um paradoxo.Trata-se de um álbum mais diversificado e pessoal. Sou uma mulher do meu tempo, afectada por inúmeras influências. Nunca compus ou cantei tanto e em tantos idiomas.”

Sim, Mayra Andrade fala e escreve “em quatro idiomas e meio” – crioulo cabo-verdiano, português, castelhano, francês e inglês (o meio). Pertence a uma geração fortemente ligada à sua identidade cabo-verdiana. Agora, chegou a altura de alargar os horizontes. Existem duas vezes mais cidadãos cabo-verdianos no estrangeiro do que no país de origem. Esta diáspora torna a pequena nação numa das mais cultural e intelectualmente dinâmicas em África. “Mas Cabo Verde ainda não acolheu a modernidade como outros países. Somos um pouco como o Brasil era na época do samba e da bossa nova.” Mayra quis que o álbum fosse revolucionário mas simultaneamente acessível, pop e arrojado, eclético e pessoal. A cantora admite: “não gosto de discos que parecem uma salada de legumes. Seria uma humilhação fazer um disco que soasse a uma compilação de idiomas e estilos.” Lovely Difficult é exactamente o oposto. Exibe independência e individualidade que nada ligam aos limites estilísticos e linguísticos. Desta vez, a cantora colaborou com artistas de origens muito distintas: Yael Naim e David Donatien, Piers Faccini, Tété, Benjamin Biolay, Hugh Coltman, Krystle Warren, Pascal Danae, Mario Lucio Sousa, entre outros. Cada um destes temas fala sobre o amor - “à excepção de Rosa, que fala sobre solidão.”

Mike “Prince Fatty” Pelanconi (que trabalhou com nomes como Lily Allen, Graham Coxon, etc.) produziu o álbum em Brighton, tendo conquistado verdadeiros milagres em termos de equilíbrio. Ele nunca tinha gravado um disco de world music e a cantora nunca tinha cantado música pop. Mayra descreve a colaboração como “o encontro de dois iletrados sensíveis com apenas as suas antenas e instintos a guiá-los.” A cantora gosta de pensar que o seu álbum transmite o mesmo sentido de aventura que se pode encontrar na obra de Caetano Veloso. “Porque não deixarmo-nos crescer, mudar e avançar? Porque não deixar o público habituado a esperar o inesperado?” Sim, totalmente adorável e honestamente difícil.

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