Mindelo, anos 30 (Fonte aqui)
Li com interesse o bom texto do Margoso e o "especial São Vicente" que saiu no Jornal a Semana.
Confesso que, no caso do jornal, estava à espera de uma abordagem nova do "problema" de São Vicente, já que caras novas opinaram sobre a situação da ilha.
No entanto, acho que voltou uma vez mais a mesma forma de ver a questão e que em nada difere do que muitos já chamaram de "saudade" daquele Mindelo que era privilégio de apenas alguns locais. Inclusive com afirmações sobre as causas do declineo de São Vicente, que pessoalmente gostaria de ver pessoas entendidas a rebaterem.
Era o tal tempo que em termos nacionais, Mindelo era tipo Paris, ou seja uma cidade que produzia e consumia a sua própria luz e nunca se preocupou com a míngua que se passava no interior de Santiago, no Fogo ou no Maio.
Era o tal tempo em que era o único espaço nacional aonde se sabia o que era manteiga castelo, queijo flamengo, presunto, chocolate, pão, whisk…
Li com interesse o bom texto do Margoso e o "especial São Vicente" que saiu no Jornal a Semana.
Confesso que, no caso do jornal, estava à espera de uma abordagem nova do "problema" de São Vicente, já que caras novas opinaram sobre a situação da ilha.
No entanto, acho que voltou uma vez mais a mesma forma de ver a questão e que em nada difere do que muitos já chamaram de "saudade" daquele Mindelo que era privilégio de apenas alguns locais. Inclusive com afirmações sobre as causas do declineo de São Vicente, que pessoalmente gostaria de ver pessoas entendidas a rebaterem.
Era o tal tempo que em termos nacionais, Mindelo era tipo Paris, ou seja uma cidade que produzia e consumia a sua própria luz e nunca se preocupou com a míngua que se passava no interior de Santiago, no Fogo ou no Maio.
Era o tal tempo em que era o único espaço nacional aonde se sabia o que era manteiga castelo, queijo flamengo, presunto, chocolate, pão, whisk…