sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Um F5 na leitura das artes plásticas precisa-se!

Noto a boa iniciativa à volta de um livro sobre as artes plásticas.
No conjunto de artistas estão os da primeira hora, os novos, os noviços e os ainda novíssimos.

Causa-me alguma estranheza não constar nomes com os de Bento Oliveira, Abraão Vicente, Francisco Vidal, Omar Camilo, e ainda estender a pessoas como o César Schofield, Hélder Paz e outros que têm "violentamente" rompido a àrea do new media integrando o que já existe com novas tendências. Afinal o mundo das artes plásticas é hoje cada vez mais plástico.

Como diria uma amiga de mindelo, penso que precisa-se um "rafresque total " na leitura do momento actual.
Um F5 geral no keyboard das artes plásticas em Cabo Verde.

N´sta Soris ta baza...



Alguém podia mandar ligar o ar condicionado geral?

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Remodelação...



Remodelação não parece ser tanto uma lógica de perdas e ganhos.
É um tanto ou quanto o jogo do cubo. É acertar, mas arrumar. Bem e harmonizar os lados. Todos.
É o desafio inteligente para trabalhar qual o "cubinho" e de que cor entra e qual deve sair.

Já é mais do que hora para termos o cubo do governo em Cabo Verde arrumado e estabilizado.

terça-feira, fevereiro 23, 2010

União da Vanguarda da Música Instrumental - UVIM

Está aí uma grande iniciativa liderada por Humberto Ramos. Que ganhe adeptos e seja um espaço de referência musical nas ilhas.

Frase do Dia


Foto: Asemana

"O que eu não entendo é porque é que a tantos anos de 1975, da Independência de Cabo Verde, ainda coisas Camões determinam o como, e o que é, e o que não é, no cenário cultural de Cabo Verde.

O Instituto Camões insiste em regras que cegamente confinam o Carnaval de S. Vicente à Terça-Feira, quando ele de facto se passa durante dias. Ou seja, a troco de um prémio está-se a impor regras que poderão estar a entortar a escrita da história do Carnaval de S. Vicente."

Entrevista aqui.

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Contraponto


Sábado fui ao concerto Solidariedade Haiti.
Valeu o gesto e valeu a participação dos artistas.
O que faltou talvez, foi uma imagem, apenas uma imagem de fundo.
O palco podia merecer pelo menos este grande "detalhe".
Temos muito que melhorar em termos de produção de espectáculos!
Detalhes mas que fazem toda a diferença.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Orquestra de Cambra de l´Empordá


Orquestra de Câmara de l´Empordá:
Quando:
05 de Fevereiro - Praia e 06 - São Vicente

Homenagem a Manel d´Novas

Dia: 06 de Fevereiro
Hora: 18:30h
Local: Fórum Lisboa

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Igallery - Exposição de Abraão Vicente


Exposição de pintura de: Abraão Vicente

“A idade de Bruegel ou a queda dos anjos rebeldes”

“A idade de Bruegel ou a queda dos anjos rebeldes” mais não é que um exercício de leitura de algumas obras de Pieter Bruegel, pintor flamengo que viveu entre 1525 e 1569. Bruegel viveu uma época conturbada, banhada de crueldade e extremas diferenças sociais e de classes. Tempo em que o império de Filipe II de Espanha entendia-se até as províncias dos Paises Baixos, territórios profícuos em protestantes. Assim, é pelas mãos do Duque de Alba que o reino de Espanha empreenderá uma intensa campanha cuja atrocidade fica demasiado evidente na afirmação do católico Rei Filipe II “ Prefiro sacrificar 100 000 vidas humanas a pôr fim à perseguição de hereges”.

Se por um lado Bruegel pode ser equiparado a um fotógrafo na linha de frente das guerras de hoje, por outro, ele é também o pintor das parábolas, dos provérbios e dos enigmas. Bruegel usa a linguagem da representação para ilustrar não só os costumes, tradições, hábitos do quotidiano e indumentária da época, mas também para decifrar os códigos que regiam as relações sociais de hierarquia e os jogos de poder em disputa. As obras de Bruegel remetem-nos para uma época em que o estado civilizacional da hoje conhecida como cultura ocidental, passava inevitavelmente por um período de barbárie.

As obras apresentadas por Abraão Vicente nesta colecção de oito quadros, sob o título de: “A idade de Bruegel ou a queda dos anjos rebeldes”, são justaposições, novas composições, rearranjos de temas, figuras e imagens pertencentes não só a obras bem especificas de pintor flamengo, mas também ao imaginário da época. Ao extremo exercício de composição, tradução, volume, contemporização de Bruegel, Abraão Vicente contrapõe traços livres e rápidos, figuras propositadamente descontextualizadas e um guião que bem poderia ser a de hoje, nas ilhas. Das ilhas. Sendo por isso “A Idade de Bruegel” um tempo simultaneamente longínquo e recente. Diria, que se repete no hoje. Algures.

Fonte: iGallery

Projecto Son di Santiagu





...e estamos em 2015, o Son ainda não saiu! Porque será?

Mas as 10 músicas já tocam no meu ouvido.