quarta-feira, dezembro 31, 2008

8mm de 2008!

Não quero ver para texto nenhum. Volta para algumas das minhas imagens de 2008. Poucas mas, imagens!

terça-feira, dezembro 23, 2008

Boas Festas a todos!


quinta-feira, dezembro 18, 2008

Cabo Verde - Um País de Músicos?

foto: Um músico na Praça de Praga
Costuma-se dizer que Cabo Verde é um país de músicos...porque será que não se vê cenas deste tipo?
Sim, música na rua! Aposto contribuia para uma sociedade menos violenta, mesmo que a prazo.

Hiena é a personalidade do Ano! Haja competência e humor!

























Visite a página aqui.



quarta-feira, dezembro 17, 2008

Criolo = Alupec?

É muita falta de senso colocar este inquérito desta forma. Afinal, Alupec e Criolo é mesma coisa?
Já tinha constatado que muita gente boa ainda faz um "jogo contra" nessa luta do criolo...a lingua que esta mesma gente melhor sabe falar.

É cómigo ou trágico?

terça-feira, dezembro 16, 2008

Praia - Rush Hour!




Just enjoy it...!

Eco - Arte Cabo Verdeana iniciativa!


Mais informação aqui.

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Solange - Seja bem vinda!


Vem aí o primeiro disco da Solange. Voz firme a procurar um espaço próprio.
Estou curioso para ver este trablaho que é mais uma produção de Ramiro Mendes e MB Records. Um "master" no estúdio e nesse business da produção musical. Força a este projecto.

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Abraão, someone framed you in São Paulo by using your passports!..


Eis que navegando na net atrás de possíveis risos para recompor a alma dou de caras com isto...
Vai aqui um grande eco para mostrar que realmente os "passaportes" vão e voltam, mesmo com a "alta segurança dos frios policias de fronteira" que controlam o queue de entrada.


"Os passaportes de Vicente

Nascido na ilha de Santiago em 1980, Abraão Aníbal Fernandes Barbosa Vicente, o Abraão Vicente, vive em Portugal desde 1998, onde se formou em Sociologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Abraão Vicente possui um blog - http://abraaovicenti.blogspot.com/ - com diversas séries expostas, carecendo das fichas técnicas das obras.

Vicente surpreende pela variedade das técnicas apresentadas, que vão desde fotografias com cenas de batuques, de senhoras e senhores que sofrem a intervenção da pintura, criando um belo efeito plástico na série “Len di li”, a trabalhos extremamente expressivos como seus óleos sobre papel, delicadas cenas de nu em aquarelas, e instigantes trabalhos conceituais em que alia grafismos e imagens. Diversidade que poderia traduzir indecisão em sua produção, porém, felizmente, demonstra segurança, conhecimento e, principalmente, ousadia na trajetória deste jovem artista cabo-verdiano.

Em duas séries, “Retratos” e “Passports Frames”, Vicente apropria-se de passaportes para criar tensas e inquietantes obras acerca de um documento que, se pode dizer, mais do que nunca se tornou objeto de desejo do homem cabo-verdiano. Entretanto, antenado com o momento em que vive, o artista transcreve o sugestivo título de uma música dos Rolling Stones em um de seus trabalhos: you can’t always get what you want.

Despedaçando o documento do passaporte, rasurando-o, contaminando-o com pinceladas e traços de giz agressivos, pedaços de fotografias, partes do corpo humano desenhadas e textos nervosos e caóticos, Vicente denuncia o desespero a que conduz as pessoas a abandonar suas famílias e o país. Estendendo o olhar, podemos dizer que ao desfigurar tão importante documento, o artista levanta profundas discussões a respeito da identidade desse homem e da diáspora cabo-verdiana em diversos países como Suécia, Eslovênia, Estados Unidos, Brasil, Portugal, Cuba e Venezuela.

Dialongando com os traços viscerais e o grafismo neo-expressionista típico do americano Jean-Michel Basquiat – não há como não lembrar de suas obras –, Vicente mostra, pela impessoalidade das figuras representadas, o cabo-verdiano que emigra, o cidadão comum, que busca suprir suas necessidades no estrangeiro. Figuras fragmentadas, nunca representadas de corpo inteiro, despedaçadas como a vida que pretendem abandonar e a incerteza de um futuro promissor no destino pretendido. Assim como o próprio dilaceramento do documento demonstra a dificuldade de alcançar o objetivo, a saída do país. O próprio dilaceramento de Cabo Verde.

Pluralidade, diversidade, multiplicidade na escolha dos meios para expor suas obras. Abraão Vicente é um artista em sintonia com as questões que afligem o seu tempo, renovando e não se omitindo em denunciar as novas vertentes de um tema que sempre atravessou a cultura cabo-verdiana: a emigração. Seus trabalhos são impacientes e inquietos pelo tratamento dado e pelo o que fazem pensar, deslocando o observador da pura passividade da contemplação.

Abraão Vicente, um novo nome das artes plásticas de Cabo Verde que merece estar ao lado de artistas inovadores e ousados como Mito e Tchalê Figueira."

Veja texto original aqui.

Para Norberto Tavares!



Um prazer saber que alguém (A Câmara?) em Santa Catarina, Assomada, minha vila, resolveu dar o nome "Norberto Tavares" ao Centro Cultural em frente à Praça.

Lembro-me, ainda garoto, de ver o Norberto sentado no então "varanda correio", agora Centro com o seu nome, a tocar o seu violão.

Há coincidências incríveis, não há?!

Forum Criolo e Alupec!





















Um grandi oportunidadi pa Criolo i pa nôs tudu! Pa ka dexa passa! Nês encontru teni pessoas kê capás di nês momentu fazi um proposta ki ta tendi a konsensu i concretu...tudu alguém sa ta spera.

quarta-feira, dezembro 10, 2008

O NOSi em 10 pontos

Acompanhei o interesse da blogsfera (cafemargoso) sobre o NOSi em função de uma reportagem que saiu no asemana.
Também pude acompanhar os coments feitos por alguns. Apreciei o texto mais elaborado tanto do Guevara como do Hélio, para de certa forma contrapor alguns argumentos "típicos" da praça.
O NOSi é coisa séria e sempre foi.
Celebrando agora os seus 10 anos a inovar deixo aqui de forma simples os meus 10 pontos sobre o que penso deste percurso: a construção de uma agenda de IT em Cabo Verde neste periodo.
  1. Capacidade Nacional em IT
  2. Rede Nacional de Comunicações
  3. Soluções para a Administração Pública
  4. Conceito de Integração de Sistemas
  5. Experimentação, Inovação e Desenvolvimento
  6. Estímulo ao sector de IT privado nacional
  7. Referência Nacional para IT Players e Governos Internacionais
  8. Atitude
  9. Equipa
  10. Cultura de Soluções
Fazer tudo isto nas condições em que foram feitas é obra...
Mais sobre o NOSi no http://www.nosi.cv/

terça-feira, dezembro 09, 2008

No Coments!

Qual a solidariedade possível a mostrar para esta pessoa que foi brutalmente violada há dias nesta coisa que é a cidade?
Difícil responder...
No entanto, fica também difícil não pensar a pena aos bárbaros como...capital!
A alma vai triste e em silêncio...quem sabe para se recompor algum dia!

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Reflexões de um pensador Criolo sobre o Estado da Nação!


"A luz solar ao incidir na curvatura horizontal dos meandros circunflexos da protuberância exclusiva dos actores em questão, refletem que a lubrificação elimina os atritos provocados pelas peças em movimento.

Paralelamente, a distância que separa x de y está directamente ligado ao coeficiente g de gato. Como dizia o macaco juiz ...nada pode ir sem balança.


E como não percebo muito de geometria..."

terça-feira, dezembro 02, 2008

Sobre a entrevista do Hernani e comentários!

Li a entrevista do Hernani e tenho acompanhado os comentários colocados no Blog do João Branco.

Deixo aqui, para registo, o que acho, para ficar tranquilo comigo mesmo.
Achei muito interessante a entrevista. Hernani tocou frontalmente os temas.

Discordo também frontalmente quando, sobretudo se refere a Princesito como "não músico" (espero ter percebido o que Hernani quis dizer).
Seria então de se perguntar se Manuel D´Novas, Kaká Barbosa, Nhelas Spencer, Ildo Lobo e outros também não são músicos. Uma boa discussão poderia ser travada a este nível.

Será que estamos a falar de instrumentistas com uma capacidade maior de execução?

Quanto à questão da ousadia...a meu ver a ousadia sempre existiu no músico caboverdiano.
Desde B.Leza, Kolá, Bulimundo, Tubarões, Abel Djassi, Mindel Band, Pantera, Tcheka, Vadú, Princesito até Hernani sempre alguma ousadia esteve presente.

Aliás Afronami é também resultado da ousadia.

Vejo em alguns dos coments aquela inércia do hofolote fixo a norte quando insistem no centrar quase que exclusivamente nas qualidades do Hernâni quando analisam o disco do Princesito.

Das excelentes qualidades musicais do Hernâni ninguém duvida. Disso já fiz referência neste espaço por exemplo aqui.

Agora, o que acho pouco justo é quando as pessoas procuram ignorar o elemento fundamental que caracteriza o trabalho do Princesito: o conteúdo.

Spiga, gravado ou com as batucadeiras de Tchada Grandi Trás, com Ricardo de Deus, com Kisó, com Humberto, com Kim Alves, com Paulino Vieira seria também a meu ver um grande sucesso. É que Princesito estava destinado a “explodir”, exactamente pelo conteúdo e por o que ele representa para um certo imaginário caboverdeano.

Ignorar isto é faltar respeito a um músico e não procurar perceber a sua obra. A obra de Princesito constitui por si também uma grande oportunidade a Hernâni para expôr as suas qualidades. E mais. Hernani tem sido inteligente em procurar também a sul, espaços inovadores para explorar e ousar a sua musicalidade. Este contacto com Princesito de certeza abriu horizontes.

Por isso, poupem o Hernâni com esta coisa que se revela já caduca de tentar mitificar músicos, reservando-os a espaços geográficos abençoados típico de um tempo em que havia muito pouca gente com qualidade na praça nacional. Pelo que conheço da pessoa, o próprio músico não está interessado nisso.

A parte central da entrevista, e que a meu ver nos leva ao outro lado da ousadia, é quando Hernani fala da necessidade do ensino. A grande questão é realmente esta. Estamos a chegar a um ponto em que os reis que uns e outros parecem ter na barriga deve começar a dar lugar a uma nova etapa: ver a música como um conhecimento que também deve exigir estudo, dedicação e seriedade. E fundamentalmente a construção de espaços para se tocar e aprender.

Na verdade, a recente vinda tanto de Humberto Ramos e depois de Carlos Modesto e os workshops que deram na Praia e em Mindelo foram prova disto. Nestes eventos estiveram presentes práticamente a "nata" de músicos locais.
Todos foram unânimes em admitir que falta esta dimensão da formação sistematizada na música se realmente queremos fazer outros sons.
Todos, mas todos, precisamos encarar a hipótese de estudar se realmente queremos empurrar os limites da ousadia para além do confortável como bem disse Hernani.

É um desafio geral.

segunda-feira, dezembro 01, 2008

O show da Cize!

É a segunda vez que vou a um concerto da Cize e sua banda. A primeira foi nos states e ontem fui assistir na AN.
É a segunda vez que fico confuso em relação ao que verdadeiramente sinto.
Talvez, deva mesmo perguntar, o que verdadeiramente sente a Cesária em concerto?
Fica-se com a vontade de ouvir a Cesária, falando...ou ela não precisa dizer nada?
O que pensam outras pessoas?
Que fique claro. Admiro esta mulher!

Abel Djassi - O Reencontro no Quintal da Música

Aproveitando a estadia do Carlos Modesto, nosso guitarrista, achamos por bem fazer este reencontro que para além da música, serviu para celebrarmos a amizade que existe e que vem de longa data.
Depois de um almoço oferecido pela Alia, gerente do Quintal, voltamos aos instrumentos e fizemos uma volta ao reportório que faziamos nos anos 80. Foi com esta música e sobretudo com a amizade de sempre que apresentamos ao público na noite de sexta. Foi para nós, maravilhoso este reencontro.

Victor e Carlos.

Djinho, Carlos, Jorge e Albertino. Os primeiros momentos do reencontro. O gozo de sempre!


Durante o Almoço.


Comida boa e muita lembrança.


Albertino mostra a "farda" daqueles tempos, guardada a 7 chaves pelo nosso mano Victor.


Jorge. A alma do grupo.



Victor, o elemento mais brincalhão.


Muita risada.



Totinho, Victor, Djinho, Carlos, Jorge e Albertino. Decidindo o reportório.

Albertino, Carlos e Jorge.


Carlos, Jorge e Djinho.

No Palco.


Totinho.

Albertino, Jorge, Carlos, Adão, Victor e Djinho.




e o delírio dos nossos fans de sempre...


Obs: Fizemos todos questão de lembrar os elementos que passaram pelo grupo. São eles, Antero Veiga, Karim Duarte, Dedas, Zé Mario, Zé Lucky, Calú, Mário Lúcio, Duka, Kim Alves, Chando, Moisés...