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Showing posts from May, 2007

Catálogo di Son!

Um dos desafios do Son di Santiagu tem sido criar uma lista com referências a pessoas que tem actuado cada um à sua maneira no campo da arte em geral.

A categoria Catálogo de Son serve a este propósito.
Muitas vezes pode parecer não haver um post novo na página principal mas uma ou outra coisa acontece no Catálogo ou em outros segmentos do blog.

Convido-o a fazer um pequeno "surf" ao lado.
Já agora peço a quem tiver informações ou imagens de interesse sobre artistas listados que envie para djinhobarbosa@gmail.com.
Thanks.

Trás di Son Riba Praia!

Não vá pensar que vai haver concerto!

Sem modestia deixo aqui "manifesto" que este concerto merecia estar também no espaço Riba Praia.

Afinal, foi um concerto que foi dado a 30 metros do Palco Riba Praia e muita gente saiu de lá satisfeita.

A não ser que o som deve ser outro, claro!

Praia.Mov 2007

O Manifesto


Praia.Mov é uma expressão artística, contemporânea, urbana, que procura um novo discurso estético para a Arte e a Cultura que se desenvolvem na cidade da Praia.

Enquanto atitude de cidadania, Praia.Mov exige a inscrição da Arte e da Cultura na agenda do desenvolvimento da cidade, não como elementos decorativos e ilustrativos, mas sim como actos de reflexão interventores e críticos, procurando contribuir para uma sociedade cosmopolita, humanista, comprometida com a comunidade e o meio ambiente, assente em princípios de liberdade e tolerância.

Enquanto acto de criação artística, Praia.Mov procura olhar para a cidade sem juízos de valor, tal como ela se apresenta, com a sua textura e paleta próprias, com a sua diversidade, as suas dinâmicas e as suas contradições. Procura libertar-se de imagens edílicas estereotipadas da Cultura, para construir, ou reproduzir novas formas a partir dos elementos novos que oferece a cidade.

Praia.Mov inspira-se nos valores universais da arte contem…

Kwame Gamal - Música d´Alma Negru!

Depois de uma autêntica maratona, Gamal consegue fazer sair o seu primeiro trabalho em Cabo Verde, juntamente com o Grupo OBÁ.
Acompanhei a fase das gravações e pude sentir o empenho que este talento nosso dedicou ao projecto RAZISTENCIA.
Admiro o Gamal pela garra, pela atitude, pela consciência e sobretudo pela honestidade em relação às coisas que propôe em fazer.
Gamal tem carregado nas costas uma escola de percussão aqui na Praia, tem driblado todos os desafios para sair com os "minis" dele no Carnaval, para além de participar em projectos de outros artistas.
O disco Razistencia merece uma audição. Abre uma outra ala de sons em que o Reggae, o Funaná e ritmos do Brasil se cruzam harmoniosamente.
As músicas apresentam uma boa base instrumental e entendo que Gamal conseguiu um excelente trabalho dos coros bem como dos metais.
Por fim, considero que as letras e o timbre de voz do Gamal constituem o elemento diferencial no disco. Parabéns ao Gamal e a todo o Grupo OBÁ pela obra. Gam…

Ala Marginal!

Abraão Vicente: em Asemana
07-05-07

“Desculpem a bazófia de dizer que ainda me lembro de certas coisas (risos)”, foi assim que Arnaldo França na sua forma de ser (nossa) memória viva arrancou a todos os presentes um largo sorriso. Pois, desculpem a bazófia de escrever as linhas com que agora escrevo para vos contar algo histórico. Sim, aconteceu o que por intuição ou atrevimento escrevia certo dia num texto publicado no "asemanaonline".

Dizia eu: No “ano em que alguns dos aclamados claridosos festejam o centenário, tenho esperança que os rumores se confirmem e caiam por terra alguns mitos erguidos à sua volta.”. Nada mais verdadeiro, apesar dos carnavais que se montaram na altura em reacção à minha afirmação. Afinal nada como o tempo para tratar das razões de cada qual.
Podia contar esta história ao bom estilo claridoso, com todos os rigores de pormenores dos dois dias de trabalhos na Biblioteca Nacional, mas não, recuso-me a aldabrar, a boicotar o trabalho de muitos que, por de…

Uma interacção Pós-Claridade!

Sou testemunha de que o encontro entre o artista plástico Abraão Vicente e o poeta José Luis Tavares está a produzir faísca.
Uma intensa "interacção tremendamente pós-claridade" que pode ser vista num dos próximos capitulos do programa que o Vicente apresenta.

Não perca! Vai ser uma conversa clara!

Kiki Lima e como vai a Arte em Cabo Verde!

Entrevista Kiki Lima em Asemana

"Os temas em debate continuam a fazer sentido e a existir e, mais do que isso, as pessoas não discutem ideias, não há discussão. Há tanta gente interessante e com capacidade para o fazer mas não há reflexão. O que se pode fazer é comparativamente superior ao que se faz. Não há debate de ideias, as pessoas não se confrontam, sobretudo os artistas não se confrontam entre si. Não há discussão de ideias e é por causa disso, que acho que as artes não se estão a desenvolver em Cabo Verde. De facto, as pessoas não se confrontam, não em termos de rivalidade, mas de ideias. Os artistas não se vêem como complementares uns aos outros. Em arte, é a diversidade que enriquece, não é só a particularidade. A diversidade que vem do ser particular é que engrandece a arte. Não podemos ser todos iguais, nem ninguém é igual, muito menos na arte, falando da autenticidade, claro."

Inicio da Queda da Bastilha do Saber Canhenho!

Quando recebi o email com a notícia do www.bn.cv fiz logo o click.A inauguração de uma biblioteca virtual, da Biblioteca Nacional, significa a garantia do acesso ao conhecimento e assim marca um novo tempo.Tempo este que vai de vez romper com uma certa matriz nossa; circulos fechados do saber, egocentristas em que alguns fazem a apologia do saber cristalizado em si próprios e passam a reproduzir o seu limite ignorante.É o inicio da queda do saber canhenho.Parabéns ao pessoal da Biblioteca Nacional.

Vem aí mais Son!

Meus sobrinhos Nuno e Luis já iniciaram a descolagem na música. Nuno frequenta a escola de música do Prof. Djick Oliveira e Luis aprende de "boleia" em casa como o mano. O Djick que nos perdoe, mas é a lógica de transmissão de conhecimento "com 1 fazer 2" dos japoneses. Estou curtindo esse inicio dos meus sobrinhos, sobretudo quando noto a atitude subversiva que já demonstram com o gosto também pelo rock. Força aí garotos e que mais esta banda saía logo a partir de terra branca.

Djazz na Cidade!