Vocação Divina!

6:45 da tarde Angelo Barbosa 3 Comments

Li agora há pouco um post inteligentissimo da "fina pena" Margarida.
O texto me obrigou a divagações.
Por exemplo.
Estes são, entre alguns outros, os icones da "cultura caboverdiana" que há mais de 30 anos se divulga por exemplo numa das nossas montras em Lisboa.

Claro que assim fica muito fácil falar, como diz o Sr Moacyr, numa quase vocação divina.
Sou convicto de que muita boa gente precisa sair para dentro das ilhas para conhecer um pouco mais de universo cultural caboverdiano na sua generalidade e diversidade.

Fica já dificil não aceitar por exemplo a ebolição de Santiago e dinamicas em outras ilhas, que obviamente criaram e criam icones.
Por uma questão até de decência intelectual...



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3 comments:

Anónimo disse...

Um acerto qui conjuntura de declarações e ditos ta pom acrescenta, relativamenti a nha comment na post "A longa marcha".

Tcheu cusa sta mesti midjora na nos praia. N' ta acredita ma ê sta na bom caminho, embora más devagar qui ê dibia. Inda sim ê ta continua ta ser cidadi co más vida di CV.

Acerca di comportamentos, normalmenti ppl qui ta usa comportamentos de denigri imagem di uns pa poi ses imagem midjor ê ques habituado na papia más qui fazi, e que normalmenti ta usa ou comportamento di todo um comunidade e que es ca contribui pa sobressai.

Da Caps

José Luís Tavares disse...

Nem de propósito, Djinho. Fica a saber que eu o Mito tínhamos combinado oferecer a esses vesgos, por pirraça, uma foto do Katxás e outra do Pantera. Eu não vi ainda a entrevista do Tito, por isso não posso opinar. No entanto,quero contar aqui um episódio significativo que nos mostra toda a grandeza de Tito Paris. No dia 2 de julho de 2005 realizou-se um concerto de comemoração do XXX aniversário da independência de Cabo Verde na aula magna da universidade de Lisboa.Durante todo o decorrer do concerto não foi cantado um único funaná (até porque a escolha dos artistas foi efectuada de modo a que isso não sucedesse), música que deveria ter honras nessa noite, pelo simples facto de que foi o 5 de julho de 75 que criou as condições políticas para a sua saída da clandestinidade cultural e a assumpção da sua plena maturidade expressiva.O facto é que foi Tito Paris, o último a actuar nesse concerto, que cantou o único funaná dessa noite, última música desse evento, a qual não era senão «sodadi txada son fransisku», cuja letra ele não sabia na totalidade.E foi assombroso ver aquele povo todo - caboverdianos de barlavento e sotavento, da diáspora e portugueses - em pé cantando e ajudando tito nas partes que ele desconhecia. Foi uma grande lição de caboverdianidade e uma bofetada no focinho daqueles que convidaram os artistas de modo a que o funaná não tivesse lugar nesse evento. Que não haja equívocos acerca do que acabo de dizer: são tão meus a morna como a coladeira,o colá ou o batuque, porque sou caboverdiano de corpo inteiro, sem necessidade de fazer disso uma profissão de fé.
Voltando à entrevista de Tito Paris, que, mais uma vez, confesso que ainda não li , e mesmo aceitando que não houve intenção de achincalhar(sei da rectidão e da probidade de Manuel Veiga), a cópia do cheque foi um borrão na pintura.

P.S:antes que mo venham atirar à cara,no dia em que tiver o topete de criticar a política cultural do meu país, declaro que recebi da comissão para as comemorações do XXX aniversário da independência 130 contos caboverdianos como apoio à edição de um livro de poemas infanto-juvenis,bilingue, que ainda não saiu por demora do meu editor.

Anónimo disse...

Episódio li só ta demonstra ma criol inda ta tcheu imatur.
ma el ad prendé que ses erro.

nos tud sabé ma santiago tem dod tcheu contribuição pa nos cultura.
ê que na verdade, quel quê bom ta sobressai sempre

embora são vicente ta representa barlavent, convém ca esquecé que ques cabeça cultural e intelectual tcheu des ê ses origem ê S.Nicolau ma S. Antão.

Jonny Barbosa