Facebook
O Son varia com a L´Atitude.

domingo, novembro 26, 2006

Ah Somada!


Somada, coraçon di Santiagu, sta na se festa maior. 25 di Novembro ê dia ki tudu alguém di Santa Catarina, undi kê sta ê ta xinti kel “batimentu forti tempradu na alma raiz di tchon”.

Santa Catarina, Somada di nôs, alenu ta bai… Posted by Picasa
Share:

A História tem dia, hora e minuto...e pessoas!

Foi feita a obra de "restauração" da Pracinha da Escola Grande.
Fiquei impressionado com o comentários de pessoas que deixam-me alguma impressão de que afinal a cidade tem jeito.

Este post vai para deixar um registo sobre um momento marcante na vida da cidade.





Deixo ainda o discurso Sr. Napoleão Santos, cidadão atento que aproveitou da ocasião para mandar alguns recados.

........

Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal da Praia. Excelência.
Exmos Senhores Convidados
Prezados Munícipes presentes.

Antes de mais gostaria de agradecer o convite formulado pelo Senhor Presidente para tomar a palavra nesta cerimónia, que me transporta a mais de 50 anos atrás.
Lembro-me dos tempos em que esta praça, oficialmente denominada Dr. António Lereno e popularmente baptizada de “praça da Escola Grande” era o local de encontro e convívio das pessoas, onde se escutavam as emissões da então Rádio Clube (iniciativa do saudoso Pantchol Lopes da Silva), lugar onde se contaram estórias, se enamorou e se sedimentaram amizades que ainda perduram.

Recordação que, uma vez mais, me fazem concluir da importância das praças como lugares de lazer, convivência e aprofundamento de laços de pertença à comunidade e de solidariedade entre os seus integrantes.

Enfim, subjacente à construção das praças houve e há sempre uma ideia do público, aliás, ideia essa que encontramos nos primeiros espaços públicos que antecederam as praças modernas, a ágora dos gregos e o fórum dos romanos, com a pequena diferença que, como se sabe, na primeira o debate público era feito em praça aberta e no segundo em espaços circundados por grandes edifícios públicos. Mas sempre presente a ideia do público.

Por isso é com alguma preocupação que vejo o crescimento da cidade sem a construção destes espaços devidamente estruturados e desempenhando o papel que tiveram ao longo da história destas ilhas. Basta uma rápida volta pela nossa cidade que pulula de gente e de vida para se constatar que assim é.

Mas como poderíamos melhorar o convívio social se por todos os bairros, sobretudo os mais recentes, a par dos modernos edifícios humanizássemos a vida que neles se desenrola com a construção e equipamento de praças!

Tudo isso justifica a felicidade com que acompanhei o desenrolar das obras de recuperação desta nossa “praça da Escola Grande” e com regozijo junto-me a todos aqui presentes para saudar a sua entrega aos praienses, mais valorizada e enriquecendo ainda mais o nosso património arquitectónico e histórico.

Contudo, permita-me Senhor Presidente, sem deixar de respeitar e elogiar obras já feitas pelo seu executivo, do mesmo passo manifestar alguma frustração para o estado de degradação em que se encontra o Platô, que tarda em receber as tão anunciadas obras que dele façam, quem sabe, Património Histórico da Humanidade.

Mesmo que não se chegue a tão almejado patamar, em todo caso obras que venham dar mais qualidade à vida dos praienses e que a todos cabo-verdianos faça orgulhar.

O Platô não pode continuar como está!

É imperioso e urgente que se comece a sua recuperação qualificada, se impeçam os atentados estéticos e arquitectónicos que acontecem aos olhos de todos (veja-se, por exemplo, o que está sendo feito no prédio ao lado da Igreja do Nazareno onde no lugar de persianas foram colocadas grades por todas as janelas como se de uma prisão se tratasse, ou ainda o gradeamento e chapeamento das montras de algumas casas comerciais), se devolva os passeios aos peões, os quais foram tomados tanto pelas vendas ambulantes como pelas viaturas.

Enfim, perdoe-me o exagero, mas precisa-se de uma revolução na forma de fazer as coisas para se estancar o processo degradação que ameaça o Platô.
Felizmente que a obra de recuperação desta praça demonstra claramente que é possível fazer coisas boas e bonitas para a nossa cidade, com vontade, criatividade e visão de futuro.

Já agora, permita-se-me sugerir à edilidade a busca de parcerias junto das instituições públicas e privadas sedeadas ou instaladas na capital para que estas dêem um pouco mais à cidade que as acolhe, nomeadamente, na recuperação ou construção de espaços de convívio social, na recuperação de miradouros (Diogo Gomes, Parque Infantil), dos edifícios emblemáticos, enfim uma co-participação activa na modelação da vida da cidade.

É certo que tudo não se resume a realização de obras. Também constitui um desafio, talvez mais do que obras em si, os comportamentos dos cidadãos e das autoridades para com os outros e para com a coisa pública.
E aqui importa chamar a atenção pelo défice do nosso comportamento cívico que demonstra a necessidade de programas nas escolas e nos meios de comunicação social para a interiorização de determinados valores de convívio social e de afirmação da cidadania.

Como deixar passar ao lado um meio tão poderoso como a televisão para veicular informação e formação dos nossos concidadãos!
Senhor Presidente, Senhores convidados.

Não pretendo maçar-vos, apenas quis aproveitar a ocasião para, a par da satisfação da inauguração, trazer algumas preocupações que me vão na alma enquanto munícipe interessado pela vida da sua cidade.

Estou em crer que encontrarão eco no Senhor Presidente e sua equipa pois que convencido e esperançado estou de que todos amamos esta Cidade e queremos vê-la prosperar com rapidez e muita dignidade.

Obrigado
Praia. 19.11.2006 Posted by Picasa
Share:

Frase!


Há dias assistindo a nossa "estação" de TV, surge o nosso anchor, simpático e esforçado Waldemar com esta:
"A concerrência vem aí mas nós já estamos cá".

Espero que este não é o slogan que saiu do encontro do pessoal da TCV para (re)pensar a televisão pública nacional.
Senão... Posted by Picasa
Share:

sexta-feira, novembro 24, 2006

Santo Antão dá o tom!


Ontem assisti ao já necessário Casa da Cultura.
Lembrou um pouco um dos primeiros posts sobre o programa no qual desafiava Abraão Vicente para procurar cobrir Cabo Verde. Pessoalmente penso que é vital fazer esta “cruzada” para romper de vez com certas lógicas de promover (se é que é promoção) a cultura em Cabo Verde.

Pois é ontem conheci um mais de Santo Antão e conheci Bento Oliveira.
Fiquei de queixo caído com este artista. A meu ver artista a sério. Pois possui alma, atitude e discurso. E claro, tem obra. Me impressionou o trabalho deste “fala manso”.

Agradeço a Casa da Cultura por esta oportunidade.
Fica no entanto uma pergunta. Quantos Bentos temos? Quem os “descobre” e que espaços estão a ocupar para mostrar a sua arte?

Para os interessados, vejam mais sobre Bento em asemana.


Obs: Imagens da obra de Bento cedidas por Abraão Vicente

Posted by Picasa
Posted by Picasa
Share:

terça-feira, novembro 21, 2006

Tó Alves - Uma voz, uma sensibilidade


É com grande alegria que recebo a noticia que Tó Alves vai lançar o seu 1º disco a solo, brevemente nos USA. A expectativa é grande, embora conheça já alguns temas.

Tó Alves é dono de uma voz que certamente marca a todos. Afinado, melodioso, Tó pretende ser inovador na sua forma de cantar Cabo Verde.
Por isso, "HO MAE MAS JUSTA", nome do seu CD, promete ser mais uma contribução à música das ilhas.

Son di Santiagu deseja sucessos ao Tó e que regresse logo para o lançamento aqui. Posted by Picasa
Share:

Pequenos Grandes Gestos!

Posted by Picasa
Na Sexta passada, 18, um grupo de moradores da Achada Grande decidiu homenagear um ilustre membro da comunidade: Stieve Andrade.

Este cabo-verdiano tem vindo a desempenhar uma actividade de valor. Todos os sábados das 10 às 12, na Rádio Comercial, Stieve divulga e promove os artistas, a música e a cultura cabo-verdianas.

De forma incansável e com uma paixão peculiar este homem de rádio vem mantendo Secção da Música há mais de 5 anos. Por lá já passaram quase todos os nomes de destaque assim como anónimos da música cabo-verdiana.

Stieve, é sem dúvida um nome a marcar a música de Cabo Verde, sobretudo pelo lado das suas referências e das muitas histórias e momentos. Guarda como ninguém uma memória sobre este património que nem institucionalmente dá-se aquela devida importância.

Por isso tudo, reconhecer e homenagear Stieve constitui uma contribuição grande da comunidade que o fez à musica e cultura.

Desejo saúde ao Andrade e que seja guiado sempre por esta mesma luz.
Share:

sábado, novembro 18, 2006

TV Matters a lot!


Tenho tido a impressão que realmente a TV pública em CV é a RTP Africa.
É que por exemplo, vai-se aos bancos (que agora têm tv para entreter as filas demoradas) ouve-se "trânsito intenso na segunda circular", nos "botecos-garagem" que agora são aos montes ouve-se "o escandalo da liga portuguesa..." e mais "na boca tardi" ouve-se "o primeiro ministro José Socrates recebeu o Diector da casa Pia" e assim vai.
Ou seja, ela está presente quase que 24 / 24 na vida dos caboverdianos.



Será que tem que ser assim? Pessoalmente, não acho que temos o nosso dia a dia na televisão. Os bairros, as pessoas, a cultura, a nossa tapadinha...
Porque esperar até às 8 da noite para ainda por cima termos, às vezes, 35 minutos de noticias (que incluem aquelas que a RTP já passou!)

Uma pessoa de bom humor costuma dizer-me que há a RTPimpa e a RTCimba.
Uma coisa é certa, TV matters a lot! Posted by Picasa
Share:

quinta-feira, novembro 16, 2006

Descubra as diferenças(+ 1 recordai pa LM)



Luís Morais e (?) ...
I Congresso Nacional de Música
Centro Social 1º de Maio - Fazenda - Praia - Cabo Verde.
Março de 1988.
Foto de MITO. Posted by Picasa
Share:

quarta-feira, novembro 15, 2006

Vamos Liberalizar!


Pois é minha gente, o mote é vamos liberalizar. Liberalizar a palavra liberar, liberalizar a escrita, liberalizar o pensamento. Liberalizar a imprensa. Vamos ousar. Liberalizar quer dizer assumir um compromisso sério (não necessariamente aborrecido, fanático e engravatado) com a discussão de ideias e a prática de liberdade de imprensa.

Creio que muitos ainda subvalorizarmos o valor e o papel social que os blogs têm na construção de novos valores, de novas opiniões. Vamos liberalizar porque o sistema está viciado, porque temos de assumir que os nossos jornais de papel carecem de sangue novo e a cada dia que passa insultam nossa inteligência com os mesmos jogos políticos de sempre. Vamos liberalizar porque os jornais online oficiais não sao independentes. Vamos abolir esses textos imensos, cheios de citações e palavras caras e escrever em seu lugar algo começado por “Eu penso que...”. Vamos liberalizar minha gente porque nós podemos, porque pensamos, porque temos opinião.

Vamos dar conteúdo aos blogs. Vamos liberalizar o pensamento neste país porque basta de brincar às escondidas. Vamos por em causa os batidos clichés de sempre. Quando seremos capazes como membros da sociedade civil e não como aprendizes de políticos, de pedir a cabeça de alguém por incompetência? Porque é vergonhoso o anonimato, porque somos cúmplice desta mesmice que se tornou a nossa morabeza.

Quem escreveu “nó kemá nôs morabeza”??
Pois bem, tem o meu apoio 100%.


Abraão Vicente
trapitchicana@hotmail.com Posted by Picasa
Share:

terça-feira, novembro 14, 2006

N´bem di Fora!


Este fim de semana ouvi N´bem di Fora, tema e título do novo disco da deslumbrante, cada vez mais “criola”, Lura.

A música obrigou-me a fazer uma viagem e fazer uma constatação.
Realmente a malta do Buli, nos anos oitenta fez uma música para o tempo e não para vender, ao contrário do que certamente é a lógica dos dias actuais.
Era o tempo da afirmação de um conceito musical e paixão em criar.
Hoje o tempo é…quase que essencialmente dos produtores, do mercado.


Tanto é que a direcção artística do disco achou que não devia mexer na forma e arranjos da música e fizeram um “repeteco” do toque de Bulimundo. Fixe.
Mais fixe ainda foi ver o regresso de Zeca Nha Reinalda à matriz, da qual nunca devia ter saído. Todos os verdadeiros fãs de Zeca agradecem.

Entre outras coisas a louvar é a iniciativa de se fazer o dueto Lura-Zeca. A música e os músicos ganham sempre com isto.
“Incomodou-me” um pouco a “caneca” que permaneceu durante toda a música e com um volume que me parece podia ter sido melhor gerido. Podia-se evitar esta marcação monótona.

De qualquer forma, o que verdadeiramente conta é que Lura já brilha alto.
Sucessos a esta mulher. Posted by Picasa
Share:

Frase!


“O criolo é a língua ligada aos saberes locais e à questão identitária, mas é algo que começa aqui e termina aqui. Quando se pensa num contexto mais largo, a língua portuguesa é importante”.

Amélia Mingas - Presidente do IILP
Reportagem de Gláucia Nogueira - A Semana de 10 de Novembro de 2006

Que a discussão do onde começa e acaba o criolo comece de facto para resolver um problema que carregamos e não temos sabido lidar com ele.
Pessoalmente fico confuso! a coisa que mais tem "vendido" esta terra é a música e esta é feita em criolo. Que a importancia do criolo então fique claro logo.

Forti fronta, criolo! Posted by Picasa
Share:

sábado, novembro 11, 2006

PA BIBUFIKA SON DI SANTIAGU

Posted by Picasa
N ka sta pertu N ka sta longi-l kau ki N ka sai
Y dja-n dia ta kuda, ta odja sai ki fika N ka bai
Si sta é lemi ki ta lumi-m ó ta lapi-m gana fika
Ka mi. Briu é xeia baziu pa atxa k’atxadu inda
K’é mi, é orela pé di bai ku odju riba li ta striba
Ku pó di indiferensa lapidu verdi dor ta pinga
Na nha prestu txon Son di Santiagu ta bibufika

N ka sta pertu N ka sta longi-l kau sen kau sta
Ki é mi, é sin di li-sin-sin ta nega nega-negadu
N ka sta pertu N ka sta longi di kel ki fladu fla
Ki é mi, é nau di sin sinhor di ayan ki ka fladu
Pabia … SON!
É séu rendedu na forsa dun djátu
Pa raiba klaria na maldison di ferru gaitadu
Demu … Ti Agu
É dondágu. Mel di nha sant’odiadu
Na poezia pa pozentu di moenga dimoniadu


Praia, 08-Nov-2006
Kaka Barboza
Share:

Um ano de "Son"


10 de Novembro de 2005.
Nesse dia, há um ano atrás, fazia o primeiro post e lançava assim o Son di Santiagu. Com esta ideia eu quis criar uma forma de me envolver com as coisas de carácter cultural, sobretudo na música, que se passam na minha ilha. Acreditei que era preciso fazer também alguma coisa para ajudar na divulgação do que existiu e que existe em relação ao que considero este quente "calderon" cultural que á a Ilha de Santiago.

Claro que há muito para fazer "má pressa ka ta mora li".

Importa é que acredito no desafio e vou seguindo em manter o blog, procurando aprender com esta coisa dificil pra mim que é escrever.

Tenho recebido inputs, bons e outros pra esquecer (tipo o daquele anónimo mediocre :)).
Aqui vale dizer no entanto que esperava e espero mais participação sobretudo da "comunidade" artistica.

Hoje na realidade, estão de parabéns a meu ver, todos aqueles que venho fazendo referência no blog e aqueles que ainda não fiz.
É esta gente que verdadeiramente faz o Son di Santiagu.

Santiago, esta ilha que tanto dá e não se cansa de esperar de todos nós qualquer gesto, merece pelo menos da minha parte esta pequena janela na internet.

Muito som para todos. Posted by Picasa
Share:

quinta-feira, novembro 09, 2006

Critica - Peça Importante!


Há espaços e e contribuições de utilidade.
Por exemplo, Cenakritica da Micaela simplismente propõe que "A critica deve acompanhar o fazer artístico, não como força de oposição ou de apoio, mas como complemento activo. É uma forma de reflexão, de abertura e de exploração que se situa ao lado da obra em si mesma. É portanto, este pedaço cibernético um espaço de critica daquilo que se faz ao nível das artes cénicas em Cabo Verde."

Este segmento importante para arte de uma forma geral ainda tem muito que andar "na nôs 2 metro i meio di tchon..." Posted by Picasa
Share:

Uril - Criada por Necessidade!

 
Ficou já criada em Lisboa a Uril, uma associação Cultural que "nasceu da vontade de um grupo de artistas, criadores, intelectuais, e agentes culturais das mais diversas áreas criativas, com o objectivo de organizar, estruturar e promover a sua intervenção em Portugal e no mundo, tendo como elo comum a Cultura Cabo-verdiana."

Gostaria de fazer um grande eco desta "parição" de artistas caboverdianos que mais não estão a fazer senão dar mais um grande contributo à organização desta coisa que é cultura caboverdiana.
Aproveito para dar os parabéns aqueles que foram o núcleo duro da iniciativa, Humberto, Celina, Paló, Zé Afonso, Rita Lobo e outros e claro a todos que aderiram e vão aderir a esta causa comum.

Saiba mais em Uril.

Que a iniciativa também faça Eco em Cabo Verde! Posted by Picasa
Share:

terça-feira, novembro 07, 2006

Just a Question!


A lista que elaborei assim meio "en passant", me obrigou a esta pergunta, depois de uma conversa meio "quente" com um amigo.
Do tipo em que procuramos algum sentido porquê realmente as pessoas fazem as coisas.

O que é que realmente significa tudo isto?

Pantera - “Mais Alma"
Arkorá - “Viagem no Free”
Tcheka - Argui, Nu Monda
Princesito - "Djazz Verdi"
Ferro Gaita - "Funaná"
Mário lúcio - Mar e Luz
Djinho barbosa- Trás di Son e SondiSantiagu
Mito - Mare Calamus
Tecks - “Música e Audição”
Stieve Andrade - Secção da Música
Matilde Dias - Cultura e Lantuna
Dany Spínola - Finason di Kombersu
Kamia - Sopafla
Ney di Belinha - "Boa Música"
Djingo - Ayan
Mayra Andrade - Navega
César e Nuno - Praia Mov
César e Baluka - Kasa Bela
Gamal - “Musica e Consciência”
Vadu - Nha Raiz
Raiz di Polon - Matrix
Margarida - Os Momentos
Albertino e Zeca Couto - Reportório
Kim Alves - Dança das Ilhas
Tidi - Pedrabika
To Alves - “Resgate”
Tó Tavares - Pentagrama
Nacia Gomi e Ntoni Denti D´oru - Finkadu na Raiz
A Semana - Retratos
Filinto Silva - Albatrozberdiano
Djoy Amando - “Descoberta do Sublime”
Danae - Condição de Louco
Carlos Gonçalves - Cabo Verde Band
Abraão Vicente - Spritu Lebi e Casa da Cultura
Lúcia Cardoso - Voz e (En)Canto
Djodji TC - Sempri TC
Baluka Brazão - "Textos de Opinião"
Isa Pereira - "Mistura Fina"
Tony Pires - Xatiadu Si
Ulisses Português - "Nice Touch"
Pó di Terra - “Batuku
Kisó - Multimérdia
Teté Alhinho - Best of e Gerasons
Nhonhó Hopffer - “Santiagu”
Ricardo de Deus - Fragmentos
Vera Lúcia - Maktub

Que interesse tem isto? Quem olha para isto? Tem algum valor cultural/social isto?
Será que isto tem cheiro a algum movimento?
Para ser simples, deixo o seguinte.
Passa-se alguma coisa. E esta coisa pode ser o que as pessoas quiserem.
Posted by Picasa
Share:

sábado, novembro 04, 2006

Fragmentos - O Lançamento!

  Posted by Picasa
Share:

Pesquisar neste blogue

Categories

Popular Posts

Blog Archive

Visitors

Copyright © O Son varia com a L´Atitude | Powered by Blogger
Design by SimpleWpThemes | Blogger Theme by NewBloggerThemes.com | Distributed By Blogger Templates20