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O Son varia com a L´Atitude.

sábado, setembro 30, 2006

Impacto


Hello Kim, não poderia deixar de te dizer que depois de ler a tua entrevista no Asemana On line o Son di Santiagu ficou completamente desafinado...

Penso que continuará a valer sempre isto que eu mesmo disse no dia do pré-lançamento de Dança da Ilhas.

"Desejo ao Kim saúde, muito sossego na vida para criar sempre e sobretudo à luz da humildade para estar sempre com os pés no chão junto daqueles que no dia a dia o acarinham e o inspiram de forma também simples para a música."

E viva a música! Posted by Picasa
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quinta-feira, setembro 28, 2006

Dança das Ilhas - Pré-Lançamento


Ontem foi dia de pré-lançamento do CD “Dança das Ilhas” de Kim Alves.
Aconteceu no Espaço K e Kim convidou a imprensa, amigos e músicos para dar a conhecer o que ele mesmo considerou ser seu “presente” à música caboverdeana.

Eu sabia que ia ter pré-lançamento. Não sabia era que Kim ia “improvisar” e me convidar para na hora falar sobre “Dança das Ilhas”.
Não pude deixar Kim na mão. Ele que não nega nada, sobretudo a músicos quando lhe pedem para dar o seu melhor.

Assim, achei importante falar da pessoa do músico que é Kim Alves. Alguém que tem dado uma contribuição de valor à música de muita gente. Aquele que acredita sempre no projecto dos outros e o executa como sendo seu. Enfim, aquele ao abrir um Studio tem ajudado a muitos de nós a realizar os seus projectos.

Confesso que este foi o lado fácil da minha conversa.


O difícil mesmo era falar de “Dança das Ilhas”. Mesmo assim procurei deixar alguns comentários. Entendo que este trabalho tem um quê de síntese de muito o que é o repertório ou nuances da nossa música.

Como disse Gamal, “Dança das Ilhas” pode servir como um referencial etnográfico de valor para aqueles que querem estudar o nosso património musical.
Penso que Kim conseguiu conservar de forma inteligente a essência da nossa música tradicional ao mesmo tempo que procurou não trair a si próprio. Ou seja, trouxe a elevação e o elemento diferencial necessário.


Afinal a qualidade do músico, sua capacidade de execução apoiado por uma técnica particular fazem com que “Dança das Ilhas” seja também um corte em relação ao que é normalmente chamado de tradicional.
Aliás, correndo algum risco no comentário, deixei a impressão de que este trabalho conserva a lógica da tocatina ao mesmo tempo em que se distancia anos luz dela.

É que Kim introduz o (outro) segmento complexo à maioria dos temas, reflectindo não só o seu domínio do instrumento (instrumentos) como também o resultado de anos de audição e de exercício da música (“da ku inxada na tchon”). Tudo isso sempre á luz da qualidade, do rigor e da disciplina que o formatou desde casa e nas suas andanças pelo mundo.

Para mim o grande elemento deste trabalho é a dimensão qualidade de execução e o nível de exigência que Kim Alves propõe a si próprio.

Se assim não se entender, então convido a todos a ouvirem a interpretação dada ao hino “Doci Guerra” de Antero Simas.
Penso que para a guitarra este tema já tem uma versão de referência.

Desejo ao Kim saúde, muito sossego na vida para criar sempre e sobretudo à luz da humildade para estar sempre com os pés no chão junto daqueles que no dia a dia o acarinham e o inspiram de forma também simples para a música.

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quarta-feira, setembro 27, 2006

Dança da Ilhas


Por Kwame Gamal Monteiro

1. APRESENTAÇÃO

O músico poli-instrumentista, produtor musical, arranjador,engenheiro de som, compositor e intérprete, estudioso da música de Cabo Verde, Joaquim Fernandes de Pina Alves (Kim Alves), vai fazer o lançamento do CD de música tradicional caboverdeana instrumental “Dança das Ilhas”. Este CD apresenta temas originais da nossa música (sendo a maioria da autoria do mesmo), com maior incidência nos rítmos de Santiago e Fogo, todos com tratamento altamente sofisticado (e ao mesmo tempo completamente acessível a qualquer leigo musical) em termos de harmonização melódica e rítmica, fruto de toda uma vida de recolhas e pesquisas dos rítmos realmente autóctones caboverdeanos.

O disco (totalmente produzido em Cabo Verde, no Kmagic Digital Studio) é uma compilação cultural de ritmos nacionais, onde a alma caboverdeana desfila todas as suas faces e seu esplendor de forma sublime e harmoniosa, constituindo-se, sem dúvida nenhuma, num documento etnográfico de valor inestimável.

O seu primeiro concerto a Solo em Cabo Verde.
O seu primeiro CD a Solo.

2. O PROJECTO ARTÍSTICO

Trata-se dum disco totalmente acústico e executado por uma orquestra de cordas caboverdeana, na qual o autor executa todos os instrumentos. É composto de doze temas:

1.Spritu’l Tabanka (Kim Alves)
Trata-se de uma tabanka cuja melodia é solada no violão nylon, e cuja estrutura harmonica é evidentemente jazzística. A música exalta a harmonia da tabanka di Chã di Tanque.

2. Bandera Nhô Sanfilipe (Kim Alves)
Um tema que exalta a bandera, rítmo exclusivo da Ilha do Fogo tocado por ocasião das festas de romaria, a um nível exclusivamente percurssivo (tambores), mas que aqui se apresenta enquadrado por uma harmonia de cordas onde as progressões e as escalas utilizadas conferem um carácter totalmente universalista.

3. Disgraça’l de um camponesa (Kim Alves)
Um Batuko,rítmo afro originário exclusivo da Ilha Santiago, no qual a melodia é solada no violino,instrumento tradicionalmente ligado à morna e à coladera, e que aqui é tocado com a técnica de execução da cimboa.Do mesmo modo, a orquestração de cordas presente confere ao rítmo uma mais-valia evidente.

4.Tarrafal (Djirga/Dick Oliveira Barros)
Conhecida morna tocada com técnica clássica,que no fim retorna à morna tradicional,só que os acompanhamentos e o solo são tocados num só violão de 6 cordas, ao mesmo tempo.

5. Tudo Funáná (Kim Alves)
Um funáná no qual se consegue, de forma magistral,conciliar num mesmo tema, as três variantes tocadas do funáná(funáná lento,funáná sambado e funáná “rapicado”),feito esse conseguido apartir da distribuição das variantes pelos instrumentos intervenientes, sem promover choques.

6. Borda’l pilon (Kim Alves)
Um tema que mistura harmoniosamente o finaçon com o canizadi, rítmo afro da Ilha do Fogo também tocado por ocasião das festas de romaria,numa orquestração de cordas inovadora.

7. Corintiano
Tema que homenageia o mestre Luis Morais, no qual se passa do chorinho para uma coladera de andamento rápido, onde o virtuosismo do guitarrista se faz valer pela velocidade de execução aliada a uma total clareza de cada nota tocada.



8. Doce Guerra (Antero Simas)
Tema que homenageia o compositor Antero Simas, magistralmente executado num violão nylon de 6 cordas,com a técnica clássica utilizada ao serviço da essência cultural caboverdeana.

9. Kesmyn Cristal (Kim Alves)
Tema que se constitui na “salada”mais completa do disco, na medida em que mistura a coladera,o funáná lento, a tabanka, o batuko e ainda a morna galope, numa harmonização riquíssima e moderna, evidenciando, e de que maneira, a riqueza rítmica nacional.

10. Violôn Rafilon (Kim Alves)
Um chorinho caboverdeano,composto aos dez anos de idade, no qual já se evidenciava claramente o virtuosismo do autor.

11. Newbedford(Taninho Evora/Luis Rendall)
Um chorinho caboverdeano homenageando o Mestre Luis Rendall, cujo título imortaliza a memória da cidade de Newbedford, porto de chegada de muitos caboverdeanos,nos idos tempos da pesca da baleia

12.Caxon ka tem cofre(Kim Alves)
Um funáná lento tocado com a técnica clássica num violão de 12 cordas,único capaz de suportar a execução simultânea do solo, dos acompanhamentos e da percurssão.


3. UMA ANÁLISE

O projecto Dança das Ilhas constitui-se num projecto de recolha, pesquisa e execução descodificada de rítmos caboverdeanos,para orquestra de cordas,baseando-se a pesquisa em dois pilares fundamentais: a pesquisa musical etnográfica,que procura estudar e apreender os rítmos autóctones no seu espaço social (os seus atores no seu quotidiano, e as emoções que lhe são subjacentes), e a pesquisa musical técnica que procura apropriar-se das linguagens técnicas da nossa música (dentro do seu referencial próprio), no sentido de compreendê-las cabalmente, com o objectivo último de perceber os espaços passíveis de aperfeiçoamento e refinamento técnicos, a bem da nossa cultura.

No tocante à etnografia musical, o disco aborda com incrível propriedade as linguagens métricas dos nossos rítmos (conferindo aos mesmos uma impressionante clareza), e descodifica as linguagens emocionais dos mesmos(substrato ímpar que os confere uma identidade própria) de forma simples ( acessível a qualquer leigo musical) e sofisticada (perceptível na razão directa com o entendimento musical do ouvinte), conseguindo, através das harmonizações melódicas e rítmicas, transmitir as sensações específicas a que cada rítmo convida em seu estado mais puro e popular ( nas ruas, no chamado “ terra terra” ) .
Não obstante, a pesquisa etnográfica ainda tem o mérito de trazer à tona, e de forma muito mais penetrante ( devido às harmonizações instrumentais introduzidas),ritmos nacionais de riqueza métrica estonteante que têm-se mantido escondidos do panorama nacional e confinados a momentos específicos (sem projecção mediática nacional) de festas regionais, como o são os rítmos bandera, bragamaria e canizadi, da ilha do fogo, dentre outros.

No tocante à pesquisa técnica no sentido da execução da nossa música, o disco poderá ser considerado como uma autêntica escola de música de Cabo Verde, na medida em que o domínio perfeito e virtuoso das técnicas tradicionais de execução (instrumentos de cordas e percurssivos para mornas e coladeiras, gaita e ferrinho para o funáná, e instrumentos de percurssão para os ritmos “desarmonizados” melódicamente como a tabanka, o batuko, a bandera, o canizadi, etc) permitiram ao autor a demonstração de toda a beleza harmónica da nossa música e também permitiram ao mesmo encontrar as fórmulas mais felizes de harmonização instrumental dos rítmos que tradicionalmente são exclusivamente percussivos, permitindo, assim, a manutenção dos padrões métricos e emocionais que constituem a sua identidade (a sua alma).

Por outro lado, e debruçando-se sobre o capítulo dos estudos evolutivos na apropriação e execução dos nossos rítmos, o autor apresenta estudos fabulosos de uso da técnica da guitarra clássica na nossa música (para violão de 6 cordas e guitarra de 12 cordas), nos quais a simultaniedade de execução de várias acções ao mesmo tempo confere uma beleza única às composições excutadas, elevando a nossa música tradicional a patamares de padrão elevado ( em termos de músicas do mundo).
As harmonizações de cordas (não só as melódicas e rítmicas mas também o convívio harmonioso entre os vários instrumentos, sem sobrecarregamento de células rítmicas) elaboradas para o funáná, a tabanka, a bandera e o canizadi, constituem-se sem dúvida num referencial seguro e confiável para o estudo dos mesmos pelos músicos nacionais, da velha e nova geração, visto que o sofisticamento técnico impele a um estudo mais rigoroso, e a fidilidade à emotividade singular de cada rítmo assegura uma continuidade evolutiva da nossa música, sem que caiamos no erro de desvirtuar a nossa música em nome de um pseudo-modernismo acrítico.

O legado dos chorinhos dos grandes violonistas caboverdeanos do passado (como por exemplo Luis Rendall e Tazinho), também apresenta-se, neste disco, em óptimo “ estado de conservação”, ou até renovado com o uso de harmonias mais refinadas.

Em termos específicos de harmonizações e escala utilizadas nos solos do mesmo, o CD
Dança das Ilhas erige-se, sem dúvida, numa verdadeira revolução harmónica na música de Cabo Verde e , ao mesmo tempo e felizmente, numa prova irrefutável de que é possível à música tradicional evoluir para patamares harmónicos que a fazem ombrear com qualquer música erudita ( clássica ou moderna) sem perder a sua identidade e sua alma.
Em suma, estamos perante um trabalho que, a nível nacional, se constitui numa referência ímpar para o estudo da nossa música tradicional, e , a nível internacional, se constitui numa importante janela de Cabo Verde no Mundo.

Posto isto, só nos resta afirmar que o projecto Dança das Ilhas representa, por agora, o estágio musicalmente mais elevado e refinado das pesquisas em música de Cabo Verde, ou seja, pode ser considerado um tomo importante da enciclopédia viva da música de Cabo Verde, isto é, um documento altamente recomendável. Posted by Picasa
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Kim Alves - Dança das Ilhas

 
Esta semana, Son di Santiagu dedica este espaço para falar e fazer a divulgação do CD “Dança das Ilhas” de Kim Alves.
Gostaria de abrir o espaço ainda para receber todos aqueles que gostariam de deixar uma nota sobre este músico e o trabalho que vem fazendo no domínio da musica em Cabo Verde.

Kim, já estou ansioso para o dia do concerto e poder ao vivo e a cores deliciar os temas de “Dança das Ilhas”.

Não te esqueças do meu tema e da minha dedicatória!!! Posted by Picasa
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terça-feira, setembro 26, 2006

Hello Hello Cabo Verde!!!


Son di Santiagu pede a todos aqueles que gostam de Paulino Vieira, reconhecem a sua importância para a música destas ilhas, para entrarmos numa onda positiva desejando uma rápida recuperação a este homem que é um património cultural da nação crioula.

Paulo, volte logo e com "kel classe da gaita...!!! Posted by Picasa
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sábado, setembro 23, 2006

Casa da Cultura - Breaking News!!!



Hello Abraão,

Vai este post para te deixar saber lá pelas ruas de Paris, que o teu, nosso, da Casa da Cultura, "NTA MORA LI, "AMI E DI LI" para além de ter-se tornado um "icone" nacional, passou agora a fazer parte também da intimidade íntima das nossas criolas.

A cultura a cumprir um papel fora de série!!!
Valeu man! Posted by Picasa
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Nta Mora Li - De Paris


Continuo sem entender porque é que os nossos ex-colonizadores continuam a pensar que somos objectos exóticos para exibir.
Eu que ando por aí de boca cheia chingando aos portugueses e vem os franceses e me saem com esta. Nouvelles Africainnes…Bom, não vou negar que é bom passar em certas ruas de Paris e ver as minhas fotos penduras por ai !
Sim mas isso é vaidade minha, no fundo detesto ser usado e além de mais ter de ser políticamente correcto. Pronto, devo confessar que estou um pouco irritado e diz-se que quando assim é convêm não falar do tema por algum tempo.

Para me acalmar vou comendo todos os museus e monumentos da Cidade: Louvre, Concorde, les Champ Elissés, todas as pontes, Notre Dame, Centro Pompidou (que maravilha para os olhos e para os sentidos), museu de Orsay, Museu de Arte Moderna da Cidade de Paris, mais maravilhas que só visto.
Hoje finalmente Museu de Quai Brandly.

Sim, essa gente é completamente louca. Para se ver um Museu é preciso literalmente um dia inteiro, tanta é a quantidade de obras expostas e tão variada a qualidade (sempre do bom para o magnífico) que chego a casa com os pés doloridos de tanto estar “saquedo” conversando com todos os mestres da arte desde os tempos que não me atrevo a nomear.

Como o Caboverdiano “e rei di bom” chamar aos outros de bazófo, não me vou pra aqui a dizer nomes, basta dizer que estão literalmente todos, basta abrir um livro de história universal da arte e já está; aqui os encontrei a todos.
Pronto, não resisto apaixonei-me completamente pela pintura (que desconhecia) de Eugene Carriere e fiquei abismado pela surpresa de visitar uma exposicão de Dan Favlin. De cada Museu/Exposição saio com a sensação (apesar dos bilhetes serem caros, mesmo para bolsos do parisiense comum) de que valeu a pena.

De resto, como não podia deixar de ser, mulheres. Chamem-me nomes, botem pragas mas para mim a mulher é sempre um barómetro para qualificar qualquer cidade.
E Paris…meu Deus, Paris tem de tudo, se houvesse um catálogo, Paris seria a cidade onde o maior número de espécies (raras e não raras para não dizer vulgares) haveria.

Não me admira, que em certa altura aqui vinham parar todos os grandes artistas, à procura de inspiração, como não. Não há um minuto que seja, que não se me surpreende os sentidos com uma destas aparições, sim mas que frieza, que stress…Paris… depois de cumprir a minha agenda diária de visitas a museus e monumentos (guardo pormenores sobre a cidade em si para outra altura) ando pelo Metro ( lugar onde muitas descobertas antropológicas podem acontecer) ou me sento sereno num largo, jardim, praça à espera que me assombre a alma !…

Tudo isso, mas contudo as mulheres de Paris se lhes iguala a beleza e a tristeza, o encanto ao aborrecimento… mil vezes minha caboverdiana.

No Metro ando com o ouvido afinado a ver se oiço algum criolo… mas nada.

Fui ao Torre Eiffel e confirmei sua existência, ainda pensei em subir lá em cima e gritar uma palavras em criolo, já sabem, manias de badiu, mas bastou-me ver a fila gigantescas de pacientes japoneses, italianos e mais gente com mais hábito de turismo cultural que o caboverdiano (na verdade aqui sim sou uma espécie rara), para decidir que me contento com essa visão colossal do dito primeiro mundo: um monstro metálico que ergue sobre nossos pensamentos e nos consome.

Deito-me na relva, a sombra da torre e tenho uma revelação: o que Cabo Verde precisa é justamente uma torre Eiffel. Fazer com que os turistas italianos e os ingleses que hão de chegar, subam a exactos trezentos e vinte metros e por ai permaneçam.

Nós cá em baixo poderemos seguir tranquilos nossas vidas.

Abraão Vicente
trapitchicana@hotmail.com Posted by Picasa
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quinta-feira, setembro 21, 2006

Rap di Pueta!!!


Isto fui buscar no Liberal.
Um texto cheio de musicalidade do José Luis Tavares.

Follow this flow, man!!!

RAP DI PUETA
Nha bida é fase versu
manera di konbersu
rafaze universu
na óra reza tersu
//
Ka oru pa futuru
sustentu di manhan
más só tinta sukuru
kansera ku bran-bran
//
Un bes ta flada muza
kel spritu ki ta nspira
gosi bu ten ki uza
kabesa y transpira
//
N dexa kanta flor
pamodi forsa dor
nha versu perde kor
kubridu ku fedor
//
Amor dja é ka tema
si lumi dja ka kema
pa nobus prublema
konstrui nobu sistema
//
Katxor ta bai na rua
é tema di puezia
ómi prindadu na grua
é sol di tudu dia
//
Puezia é sen pabia
ti ómi na kadia
ti rai di kobardia
el é ta fla bon dia
//
Sukuru dentu bo
ta luta pa ser dia
makaku riba pó
kel li tanbé é puezia
//
E ka ta intxi kartera
inbora é txeu kansera
na txada sen barsera
é barsi paridera
//
Albês é konbersu duru
batida di kuduru
más e ka ta rende juru
na banku di futuru
//
Si vos ken ki obi-l
ta odja mô k´é mundu
albes na mês d´abril
e ta rabenta fundu
//
Prende-l é trabadju rixu
ki ta tra soris di testa
pa otus é ka más ki lixu
ki sobra na fin di festa
//
Trabadju el é pa mi
si forsa é más ki lumi
s´e ka ta mata-m fomi
e ta nxina-m ser ómi
//
Un bes sima prufeta
éra kenha ki tenba es don
más oxi mi é so pueta
mininu di txon bon


José Luiz Tavares Posted by Picasa
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quarta-feira, setembro 20, 2006

Resposta a uma inquietação


Ao MFAP

Desde ontem, na tentativa de procurar perceber um determinado problema que tem me tirado o apetite, procurei alguma coisa para ler, sempre atrás de alguma pista no sentido de resolver este estado de alma.

Deitei mão ao “Combates pela História”, de António Correia e Silva e por acaso esfolhei até chegar na página 81.

Diz assim: “Mas numa sociedade, como a nossa, na qual as elites que concebem e executam as políticas de desenvolvimento são, muitas vezes, arrogantemente ignorantes da História, desconhecendo soluções, debates e impasses já vividos por outras gerações, estou em crer que faz todo sentido, a propósito do futuro que se procura inventar, revisitar o passado.” Posted by Picasa

Que alívio!!!
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Teté Alhinho - Mais Música


A Teté Alhinho está a gravar mais um CD.
No sábado passado fui ao Stúdio do Zunga Pinheiro, na rua Madragoa, para dar uma espreitadela.

Deu para sentir a felicidade da Teté fazendo mais este trabalho, e sobretudo deu para sentir um bom fluído dentro do Stúdio. A música saia leve pelas mãos de Sara, Ricardo, Ângelo, Micau, e Kizó. Ouvi um bom tema, senão me engano “Konkista di Badiu”…

Força Teté e até à próxima visita. Posted by Picasa
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terça-feira, setembro 19, 2006

Son di Santiagu - Updates!!!


Tenho andado a explorar uma forma para tornar o "Catálogo di Son" com alguma dinâmica. Surgiu esta ideia que vi num site do meu amigo Orlando, que também viu nas experiencias da minha amiga Vania.

Espero poder vir a passar uma longuíssima metragem que é este filme de pessoas que fizeram/fazem acontecer nesta ilha. Posted by Picasa
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sábado, setembro 16, 2006

Nta Mora Li - Noticias de Barcelona


“Los Castigados” emigram para Cabo Verde

Depois de uma semana de chuva e tempestades, imagine-se tropicais, em pleno mediterrâneo, hoje sexta-feira, momento de lavar roupa suja e secá-la ao sol.
Barcelona encanta-me pois aqui cai por solo, patética, aquela mania já antiga de enganarmo-nos uns aos outros de sermos todos iguais. Aqui viva a desigualdade.

Ontem fui visitar Andrea Luschi, pintor Italiano, meu amigo da espera. Andrea anda a trabalhar na série Die another day, retratos explicativos do consumismo, da necessidade contemporânea de estar sempre na moda. Andrea não está muito feliz, anda a trabalhar na Loja Mango para poder pagar as contas, a pintura ainda não dá para viver.
Bebemos umas quantas birras e convidamos mais amigos da lide, a sentados no chão do atelier, visionarmos uma selecção de fotos “Cabo Verde Spritu Lebi”.

No Final repetimos os slides enquanto conversávamos. A lista de exposições para Cabo Verde cresce todos os dias. Eu prometo como um político descarado e corrupto que hei-de levá-los a todos um dia. E o conseguiremos.
Em dias de tormenta, Barcelona também se faz de filmes: Bianca de Nanni Moretti, Berlinguer ti voglio Bene de Giuseppe Bertolucci, Frida outra vez , fargo como não de Joel Cohen, Bigfish para a fantasia, Blow uma história de droga, sexo, fantasia e decadência, mais filme italiano e Prima Della Revoluzioni de Bernardo Bertolucci, Gato Preto, Gato Branco do incontornável Emir Kusturica e por fim Le Fate Ignorante do novíssimo que não é assim tão novo Ferzan Ozpetek.

E assim, passam as horas de tempestade. Em momentos de calma visito a Picasso no seu museu no bairro del Borne( expõe-se actualmente os estudos do mestre sobre as meninas de Velásquez), a Tapiés, Barceló, Saura, Bala e outros contemporâneos na colecção permanente do Macba.
Musica, oiço toda a colecção Hotel Costes, Cesária lá está num divertido jogo de sons electrónicos.
Em outros momentos, as estórias tricotadas com meu amigo poeta Alberto Campos na Calle Riera baixa. Uma história de Barcelona: pelas ruas de Barcelona tem nestes últimos meses surgidos uns bonecos a quem se chamam “os castigados”.

Imagine-se a velha estória de castigar os meninos traquinas colocando-os de cara virada à parede. Assim são “Os castigados”, sua missão recordar a quem os vê esses momentos de castigo, em que só o castigado revisita mundos invisíveis em extrañas conversações com a parede.
Meta: invadir toda Europa e cidades do mundo. Tenho a missão de leva-los a Paris amanhã, e a Lisboa no dia 27. Para surpresa dos que não acreditam que Cabo Verde está muito muito à frente…Praia vai se adiantar a muitas outras cidades do mundo.
“O Castigado” caboverdiano chega comigo e em Outubro vai se exibir numa parede qualquer do Plateau.

Hoje á noite projecta-se nas paredes de Riera slides de “Cabo Verde Spritu Lebi”.
Hasta ya compañeros.

Abraão Vicente
trapitchicana@hotmail.com Posted by Picasa
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Sem Titulo!!!

Tenho que pedir permissão ao Sopafla para "roubar" este post. É que estas imagens têm que estar no Son di Santiagu.

Fico a imaginar duas coisas: esta construção feita há vários anos atrás e o que ela pode trazer para o pessoal que mora nesta área e para a ilha.


Fotos: Gafanhotu.

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sexta-feira, setembro 15, 2006

Um novo Batuku - Mais uma nota


Oh Kisó, li o teu post “O Novo Batuko da TSF”…

Deu-me vontade de mandar este que eu tinha já pensado há algum tempo.
Defendo que o novo em Cabo Verde pode estar há vários anos atrás. Não hoje, ou mesmo o que pode vir amanhâ.
Como não se consome muita coisa boa que se fez no passado, ou não há uma valorização social, cultural destas coisas, elas passam a coisas comuns, ou passam a nada pura e simplesmente.

Por exemplo, achei fixe uma amiga há dias “confessar” que está a redescobrir Bulimundo, Finaçon…enfim há muita coisa por (re)descobrir em termos de música. Outro exemplo, há uma (re)descoberta a ser feita no disco Cabeça em Movimento de Abel Djassi…Rapazis xinta na tchon es pensa i es toca…

Sobre o Batuku, Tabanka, Funaná e ritmos afins, vale a pena (re)descobrir o grupo Kolá que nasceu em São Vicente, o Norberto Tavares di Somada.

Para finalizar, convido a todos a ouvirem “Tema para Dois” dos Tubarões.
Que raio de coisa é esta que o Zeca Couto quis nos dizer em pleno anos 80.
Enfim, música a sério.

Ou seja, Vinte anos antes de Pantera…
Resta saber se quem analisa o que se faz hoje conhece o que se fez há dias… Posted by Picasa
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Holofote em Djoi Amado!!!


Aqui está de certeza um outro filão na música que se faz em Cabo Verde.
Meu primeiro encontro com Djoi Amado, foi casual, no studio do Kim Alves.
Na altura mostrava algumas músicas ao Manu Lima. Penso que estava-se a preparar o projecto "Conexão Dakar-Praia".

Há pessoas que vêem a música de outros ângulos. Djoi é dessas pessoas.
Cada melodia que ouvia naquele dia suava a diferente, novo mesmo, outro son.

Passou um tempo, ouvi um dia na rádio a música “tchuba ta cai na tchon, tcheru di terra modjadu…”. Depois, na abertura do concerto de Maria de Barros tive a feliz surpresa de ver Djoi de novo. Uma presença em palco que me arrepiou.
Acho que Djoi Amado surpreendeu a todos, sobretudo com a música “Bila”.

Possuidor de uma voz desconcertante e boa execução na guitarra Djoi vai marcar a sua assinatura na lista dos grandes músicos e compositores destas ilhas.
Alguém quer apostar… Posted by Picasa
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quarta-feira, setembro 13, 2006

Conversa entre mestres!!!


O que é que Codé di Dona estaria a dizer ao Paulino Vieira?
Venho tentando imaginar o que seria desde há algum tempo pra cá.
Hoje descobri.

Nada mais do que: “n´teni febri funaná….” Posted by Picasa
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terça-feira, setembro 12, 2006

Nta Mora Li - Noticias de Lisboa

 

Quando Lisboa fala criolo!

Lisboa nas suas muitas maneiras de falar, hoje é mais criola do que nunca!
Criola na sua forma de sentir, vestir, cantar, pensar, ser! Criola porque mista, multicultural, atrevida e cada vez mais moderna! Para mim, Lisboa de outros tempos, do Bairro Alto, Rua da Rosa, rua do Norte, rua da Barroca e a esquina do Mezcal declarada zona freak oficial, suas meninas Erasmus, prontas a serem conquistadas, eu e a minha insaciável vontade de viver, eu era parte dessa Lisboa.

Passeio devagar o meu olhar e tudo isso ainda lá esta. Nada muda apesar da nostalgia, a estranha sensação de que tudo continua mesmo sem nós. Quem não existe é aquele personagem que era eu: o menino afro, depois rasta, com os dedos eternamente sujos de tinta, um olhar, diziam, sonhador e que sofria de insónias, por isso a noite era sempre longa, longa interminável . Do outro lado da fantasia o Tejo Bar, local onde nas mãos, guitarras, voz, pincéis, cores de muitos e todos os artistas perdidos da noite lisboeta se fabricam sonhos!

No tejo bar, o dia acorda cedo e se prolonga ate o último cliente bater a porta e sair, seja a que horas for. Do miradouro de Santa Catarina guardo a memória de muitos primeiros beijos, tardes de improvisadas sambas, e o anoitecer sobre o tejo, Cristo rei português lá de longe vigia.
Lisboa também é, como não, a mais caboverdiana dos seus espaços: Beleza, onde hoje vão os velhotes e as cotas do antigamente relembrar velhos tempos nos ritmos de uma linda negra ou de um preto gigolo. Casa da morna pa kenha ki podi, kem ka ki podi ba bebi grogu la pa buraka.
Hoje minha Lisboa faz-se das mesmas esquinas de sempre, so eu nao lá estou, é porque a cidade é eterna e eu não. Posted by Picasa
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sábado, setembro 09, 2006

Mário Lúcio - Ao Vivo e aos Outros

 
Recebi via móvel o convite para o lançamento de mais este CD do Mário.
Recebi ainda, um envelope com convite e CD. A cidade convidava a todos que se interessassem para assistirem a este “momento de felicidade” deste artista.

Fui ver o lançamento. Vi o CD ser mesmo lançado ao mar e a lua que era cheia também assistiu.
Mário Lúcio, claramente tem um sentido estético para o seu trabalho.
Hasta Siempre, Lutchu!!! Posted by Picasa
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Os Perigos da Noite ou a Tentação da Criação

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Ontem houve um “encontro de pessoas” na Casa Bela, a tal porta 29 no Plateau.
A ideia deste “encontro” surgiu a partir de uma visita, em que César, João Vieira e eu, desafiamos a nós próprios para a necessidade de provocarmos uma conversa sobre alguma coisa neste espaço “cool” que é a Casa Bela.

De repente surge-nos um nome para isto: “ Os perigos da Noite e a Tentação da Criatividade”.
Não por acaso, este título mas porque o João pareceu “defender” que a noite pode ser perigosa e eu por acreditar que a “minha inspiração vem do silêncio da noite”.

O César pôs fogo nesta lenha, aceitamos a “armação”. Convites circularam e o nosso amigo Paulo Noel foi nomeado moderador.

E aconteceu mesmo. Pessoas várias apareceram e “pintou” um clima interessante. Penso que pode estar ali uma forma de fazer vida nocturna na cidade. Continuo, pessoalmente a acreditar que a noite é cada um de nós, intimidades, medos, fantasias, descobertas, criação, mitos e a própria noite.

Claro que não vou falar dos detalhes do que aconteceu à volta do tema. Se pudesse deixar uma imagem que fosse, o facto de ver a Lúcia Cardoso e Elaisa, que segundo me parece não se conheciam, a “negociarem” um eventual concerto juntos, já valeu a pena qualquer perigo de ontem.

É disto que eu estava a tentar dizer com a minha tese da “Tentação da Criatividade”.

O pessoal pediu para eu deixar “aquela” pesquisa que fiz sobre a noite na net aqui vai.

Noite - Definição
Noite é o período ocorrido durante a rotação da Terra, conhecido como dia em que não é recebida a luz do Sol, ou seja, aquela determinada região encontra-se na parte escura do planeta ou seja, é o período do dia compreendido entre o pôr e o nascer do sol. Seu período de duração varia consoante a estação do ano e o local da Terra onde se encontra: é maior no inverno e menor no verão; maior nos pólos, menor nos trópicos.

Noite na biologia
A maioria dos seres vivos têm na noite o período de descanso, muitas vezes com profundas alterações no metabolismo, tais como: redução dos batimentos cardíacos, diminuição da temperatura corporal (animais homeotérmicos) ou substituição da fotossíntese pela respiração (vegetais superiores).
São chamados de noctívagos os seres que têm no período noturno o de maior atividade, tais como morcegos, anfíbios, etc.

A noite na cultura humana

Período sombrio, onde a visão fica diminuída, a noite é certamente a grande geradora dos mitos, com os quais a humanidade explicava seus temores. Ruídos inexplicáveis, visôes enovoadas, acendiam a imaginação, fazendo surgirem os vampiros, lobisomens, deuses iracundos e toda sorte de entidades feéricas.

A noite no Direito
Para o Direito Criminal interessa na adoção das chamadas "medidas preventivas", inibidoras das práticas delituosas efetuadas ao abrigo da escuridão, preconizadas incialmente por César Lombroso, tais como a boa iluminação pública, o policiamento ostensivo, etc.

A noite nos brocardos populares
Diversos axiomas compõem a cultura popular, trazendo a noite como objeto, tais como:
A noite é uma criança
De noite, todos os gatos são pardos
A noite é conselheira

Curiosidades
Em muitos idiomas europeus, a palavra noite é formada pela letra N seguida da palavra que designa o número oito.
Português: Noite = n + oito
Inglês: Night = n + eight
Alemão: Nacht = n + acht
Espanhol: Noche = n + ocho
Francês: Nuit = n + huit
Italiano: Notte = n + otto


Ver mais em Casa Bela (http://nhabelinha.blogspot.com/)
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quinta-feira, setembro 07, 2006

Um delta na equação da Cidade

 
Há dias tinha feito um post que chamei "O Bar do Ney..."

Hoje faço um outro para falar do mesmo espaço, aquela tal porta 29, mas para por o holofote no Cesar e Baluka que resolveram acrescentar algo mais à "linha editorial" do Ney, criando a Casa Bela .

Son di Santiagu, deixa forças aos dois "New Kids on the Block", para fazerem durar no tempo esta iniciativa.
Espero, que apesar do delta, consigam manter a uma ideia de um espaço "cool". Posted by Picasa
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quarta-feira, setembro 06, 2006

Finason di Konbersu com Danny Spinola

 
Ontem, dia 04, a TCV passou a gravação do programa “Finason di Konbersu” de Danny Spínola, que Princesito e eu participamos.

Devo dizer que foi um prazer grande para mim fazer este programa.
Pelo facto de ter tido a oportunidade de falar do projecto Trás di Son com o Danny, pessoa pelo qual tenho admiração pela forma como se bate pelas questões ligadas a esta coisa que é a cultura caboverdiana.
Fazer um programa na Televisão em Cabo Verde exige muita coisa, mas exige uma coisa importante que Danny de certeza tem. Ideias, Projectos e sobretudo vontade de fazer.

Por outro lado, estar ao lado de Princesito nesta conversa é sempre desafiador, pois este “finador contemporâneo” que sabe ler, escrever e ainda faz dá umas “boitas” com a guitarra, é um criador nato, autêntico e me surpreende a cada minuto.

Falamos de coisas que parecem ser importantes neste momento, e claro, aprofundamos os temas muito em função do tempo que é sempre limitado na TV.

O certo é que, depois de terminarmos a gravação ficamos com a sensação de que ficou muita coisa por dizer, mas gostamos do ambiente que conseguimos criar. Enfim, foi uma conversa com “spritu lebi” sobre uma coisa tem conteúdo de diamante.

Convido, a todos aqueles que tiveram a oportunidade de assistir, para deixarem aqui os seus “comments”. Farei bom uso de todos os textos deixados, e prometo dar conhecimento ao Danny e Princesito. Posted by Picasa
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terça-feira, setembro 05, 2006

Cabo Verde - Spritu Lebi em Paris

 
O “menino” Vicente partiu para Paris…
na verdade o destino é Paris mas o tour tem uma passagem por Bairro Alto, a marginal de Barcelona e depois sim, Paris.

Vicente, está entre os 60 artistas africanos seleccionados pela organização do evento para ajudar a “mostrar uma outra imagem da Africa” usando as suas sensibilidades fotográficas.

A exposição será no “20e arrondissement” que será o espaço da exposição e de descoberta das imagens.

Tive a oportunidade de ver o material que o criador de Nta Mora Li e Casa da Cultura leva na bagagem.
Se esta participação tem alguma coisa com o que normalmente se diz por cá, que está-se a representar Cabo verde e blá blá blá, então como caboverdiano sinto que vamos estar representados com classe, criatividade e sobretudo que Abraão "não vai passear" nesta mostra de fotografias sobre/de África.

É que Vicente vai a Paris porque trabalhou para isto e vem “estudando” esta participação há cerca de um ano. Tudo isso implicou uma actividade de pesquisa desde entrar na rede da preparação do concurso lançado até, claro, a preparação do conceito Cabo Verde - Spritu Lebi: Rituais de Vida e Morte.

Son di Santiagu, deseja ao Abraão uma boa estadia, bons contactos “et on attendent tous un rapport” à medida que as coisas acontecem por lá.

Para mais info consultem:

http://www.photosapiens.com/article.php?id_article=1750

 Posted by Picasa
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Cantando na Chuva!!!

 
Ontem, dei uma volta pela "cidade" para ficar com o registo da boa chuva que caiu.
Houve "alerta vermelha" em pontos criticos, caiu a encosta do Brasil, a estrada do Gimno ficou completamente alagada, idem aspas a do Palacio do Governo...
Mas o cool mesmo foi encontrar estes 4 garotos "rappers", na entrada da Várzea.

Fizeram uma autêntica denúncia cantando na chuva.
Diziam algo como isto...

"Praia Capital
Minina di Atlanticu
Keli e Praia Rial
Agu na Kintal
Alguem sa ta ingananu"...

Não deu para não cantar com eles... Posted by Picasa
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