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O Son varia com a L´Atitude.

sábado, abril 29, 2006

Mito Li-Sim-Sim



Li-Sim-Sim

Hua Xu e Fu Xi

A árvore de Jian Um
é uma escada celeste
que liga o céu à terra.
Não tem sombra nem lianas.
Ressoam os tambores de Junho
como trovões em dia de chuva.
Sobre a tua cabeça
paira um arco-íris.

(Inspirado no conto chinês "FU XI , o lendário inventor dos oito trigramas")

Li-Sim-Sim é uma expressão local caboverdeana curiosamente próxima da fonética chinesa que significa Aqui e traduz essa sábia filosofia de economia de meios na construção de proximidades. Presente em todos os tempos e culturas, o exercício da manualidade é inerente ao Homem. Desde a invenção dos artefactos de sobrevivência, ao exercício do traço e composição das escritas que fazem a nossa História. Num tempo de (con)vivência em rede e de globalização, são estas as razões de ser da sua pintura: a redescoberta dos símbolos e arquétipos que definem a identidade do Homem.

Para detalhes adicionais consultar http://www.tanboru.org/mito/expLiSim.htm Posted by Picasa
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Secção da Música - Programa


Nês programa di Sábadu, Stieve sta fazi un sintise di kuzé ki foi "mini" festival di Música na Kintal.
Entrevistas e ângulos di conversa sobre música i ku músicos di forma ki só Stieve ki ta tchiga la. Posted by Picasa
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quarta-feira, abril 26, 2006

Tcheka no Centro Cultural Português


Tcheka subiu ontem o palco do Centro Cultural Portugues na Praia.
Mais um bom concerto deste músico que carrega Santiago e Ribeira da Barca nos dedos.

Foi um formato que de certeza surpreendeu a muitos. Violão, voz e Bateria.
Tcheka, domina cada vez mais a sua voz e sua guitarra.
Acompanhado de Raul "Houss", músico, baterista que atinge um nivel de execução que até faz rir de tão sublime e "clean".
Depois, o entrosamento que vem não só da amizade, da paixão pela música, mas sobretudo dos tempos de cumplicidade em que os palcos foram o Tex e outros espaços da cidade hoje também fechados.

A dada altura do concerto, Tcheka pergunta: "nhos sa ta gosta?"...Não houve resposta...houve palmas.
Enfim foi uma hora de musica com Tcheka a rir, a curtir ao lado de "Houss" o som que lhes saiu com muito prazer.

Son di Santiagu aproveita para enviar um grande abraço ao Tcheka e pedir-lhe para que não saia do circuito de Cabo Verde e de Santiago, que traga sempre a sua música e fique também perto também dos seus...

Que Tcharcu, Quinto Lanço, Ganchemba e Porto di Ribeira da Barca apareça logo logo como pano de fundo dos teus concertos.
Afinal, ê la ki bu bicu sta nterradu...Alma di nhu Raul sta spera.
Tome isto a sério! Posted by Picasa
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terça-feira, abril 25, 2006

Mini Festival Kintal da Musica - Balanço


Termina Sábado, altas horas di madrugada “mini” festival pa assinala más un aniversário di Kintal da Musica.

3 dia di musica i di grandi interacção entre pessoas, amigos i músicos. Claru acompanhado pa pratos supervisionado ku carinho especial pa cuzinha di casa.

Son di Santiagu ta dexa un agradecimento a tudu grupos e artistas ki participa.
Nota especial pa performance di:

tudu batucaderas ki fazenu volta pa raiz,
Ntoni denti D´oru, homi ki ta conserva na el un parti sublimi di kultura caboverdiana, Ricardo, Duka i Houss, ki fazenu viaja na tempu di vários sons,
Grupo Djingo ki más un bez ta surpreendi ku sê capacidadi di cria i confirma valor universal di batuku i sê ritmu - Pa frenti Dani,
Alunos di Escola Grupo Raiz di Polon ki da un autentico show num espaço tão piquinoti,
Albertino i Zeca Couto, ki fiel a sês publico ta manti un reportório diversificado,
Kadi, voz ki sa ta disponta como un grandi sinal pa já já…

Nota també pa presença di Abraão Vicente i di Stieve Andrade, dôs activistas cultural ki insisti na “mora na kintal” na kês 3 dia. Cada un fazi registos ki sta bá ser importanti.

Tudu apresentason fica a cargo di Princesito. Fica registado un forma sabi, bonito má sobretudo inteligenti i di respetu na interason ku cada grupo ou artista ki subi palco.

Alia, obrigado pa iniciativa. Próximo anu ka bu skeci manda nota pa tudu imprensa, pés podi parci… Posted by Picasa
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domingo, abril 23, 2006

Gláucia Nogueira, Brito Semedo e B.Léza...





Gláucia Nogueira, brasileira e jornalista residente em Cabo Verde lançou o livro, "O Tempo de B.Léza, Documentos e Memórias" na Casa Cor de Rosa, sede do Instituto da Lingua Portuguesa.
A apresentação, que foi expectacular, foi feita pelo Sr. Brito Semendo, presidente do Instituto.
Son di Santiagu pediu o texto e assim o publicamos na integra...
Fica um obrigado.

Son di Santiagu felicita a Gláucia por fazer o que ainda constitui um grande problema em se tratando do património cultural nacional: escrever, registar factos, investigar sobre as figuras que fazem a alma caboverdiana.

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Texto apresentado por Brito Semedo:
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SINAL D’AMOR PÁ B.LÉZA
Pelo I Centenário do seu Nascimento


Toda a investigação é um acto de dedicação, de abnegação e de amor, de paixão mesmo. Depois de muito trabalho solitário e persistente, o resultado toma forma e quando é exposto, é ele próprio um objecto de amor.

Frank de Nha Rosa, de seu nome próprio Francisco Xavier da Cruz, rapaz de Sôncent, mais precisamente, menino do Lombo, “sport de cinema”, “rascon”, jovial, músico e boémio, apaixonado pela Inglaterra e pelo Brasil e por tudo o que dali vinha, acaba de confirmar a sua mais recente “conquista”, uma brasileira paulista com cuja obra mantém uma relação de intimidade há mais de dez anos, a jornalista cultural Gláucia Nogueira (desculpa, Amiga, a inconfidência).

O primeiro encontro, ou melhor, o “Eclipse”, deu-se em Lisboa, nos inícios de noventa quando, pela voz da sua pupila e afilhada, Cesária Évora, B.Léza foi levado para fora do espaço restrito dos bares do Lombo e da Cidade do Mindelo para o meio largo da diáspora cabo-verdiana e, dali, para os palcos do Mundo.
A partir dessa data, B.Léza tornou-se num passageiro frequente com direito ao cartão “gold” – hoje ele dá nome a um dos Boing dos TACV – tendo chegado onde há cinquenta anos não seria possível sequer imaginar a presença de um crioulo, para continuar a fazer o que sempre soube e quis: cantar o amor e estas ilhas, despedaçando corações e conquistando fãs, para inveja de muitos rapazes-novos. A Gláucia e tantas outras que o digam, nas mais diversas línguas e suspiros.

Trago, a propósito, um lamento apaixonado de um outro artista mindelense, também ele na “Terra Longe”: – “Que pena ser tão velho!” Ao que a menina, quarenta anos mais nova, terá respondido com um sorriso encabulado: – “Não, Mestre, que pena é eu ser tão nova!”.

O que é que estes homens têm que eu não tenho?! – perguntarão muitos de vós, enquanto outros mais invejosos responderão com desdém: – ”Talento, rapaz! Simplesmente talento!”.

Este “sinal d’amor” pelo I Centenário do seu nascimento que aqui hoje nos é dado apreciar, fruto dessa paixão, só não será tema de uma das muitas mornas do B.Léza, por puro cavalheirismo e contenção esperados de quem já é cinquentão duas vezes. Contudo, o “caso” vai certamente ser segredado ao amigo confidente de tantas horas, o “Bronze” que, “cu dor, djá perdê som”, enquanto bebe grogue de Santo Antão pelo “vírgula”, seu cálicezinho sempre à mão.

Estou a ver que todo o cristão-crioulo gosta de uma boa história de paixão e também de “riola”. Garanto-vos, contudo, que “Mi, nha boca ca ta lá!”. A minha função aqui e agora é de apenas “segurar a vela”. Não resisto, contudo, a meter a minha colherada e dizer que às declarações/composições do B.Léza, a Gláucia oferece este “sinal d´amor” com uma dedicatória singela mas expressiva: “Pá B.Léza, com um bejo d’sodade”.

Nesta necessidade ou ânsia de conhecer Frank da Cruz, a autora faz um trabalho aturado e moroso de pesquisa de documentos em Lisboa, na Biblioteca Nacional, na Sociedade Portuguesa de Autores e no Arquivo Pessoal de Maria Luísa Calado dos Santos, a viúva de B.Léza; e na Praia, no Arquivo Histórico Nacional. Esta pesquisa documental, que incluiu diversas fontes – livros, periódicos, dossiers, espólios, arquivos pessoais – é completada com uma discografia e entrevistas feitas a pessoas que, de alguma forma, conheceram Francisco Xavier, nomeadamente, a viúva e o filho Velá, Teixeira de Sousa, Gabriel Mariano, Malaquias Costa, Bana, Titina, Moacyr Rodrigues, Luís Morais, Manuel d´Novas.

Esta complementaridade e cruzamento de informações, por vezes contraditórias, dada à distância dos factos e acontecimentos, fazem desta investigação um trabalho científico e único sobre “o maior compositor cabo-verdiano de sempre” (sic) e vem preencher uma lacuna há muito sentida na historiografia cultural e musical de Cabo Verde. Esperemos que a própria Gláucia, e outros investigadores nossos, siga essa linha alargando a sua área de pesquisa a outros músicos da velha-guarda, nomeadamente, Antôn Tchitche, Luís Rendall, Pitrinha, Salibánia, Tchuff, Edy Moreno, Lela Preciosa, apenas para me referir a alguns de S. Vicente.

Eventualmente, esta tarefa a que se dispôs a Gláucia poderia ter sido facilitada caso a autora fosse cabo-verdiana, isto é, com um substrato cultural de origem que lhe permitisse uma “visão de dentro” e lhe fornecesse informações de base a partir das quais estruturasse o seu trabalho. Assim não sendo, a Gláucia não só fez o seu próprio caminho de aculturação como, com recurso a instrumentos científicos, ao distanciamento e à objectividade necessárias, conseguiu um resultado de mérito.

Vejamos então o B.Léza da Gláucia, “por ocasião do centenário do seu nascimento”, através dos documentos que compulsou e das entrevistas que realizou, cujo texto é enxuto (o livro tem 110 páginas) e a linguagem é sóbria e clara, resultado de uma prática constante de escrita jornalística.

O trabalho revela e explica episódios e pormenores da vida deste Trovador fundamentais para se conhecer a sua vida e obra, seja em S. Vicente, onde sempre viveu e morreu; seja durante o seu período na ilha do Fogo, nos inícios dos anos 30, como funcionário dos Correios e Telégrafos, onde, pela primeira vez, utilizou o meio-tom nas suas composições.

Durante a sua estadia na Praia, sentiu-se inspirado a escrever as suas reflexões sobre a morna enquanto na sua breve estadia nos Estados Unidos e na viagem entre New Bedford-S. Vicente, a bordo da escuna Arthur James, compôs a morna-tango “Carta d’Alto Mar”. Na sua deslocação a Portugal em 1940, para participar na Exposição do Mundo Português, ficou hospitalizado em Lisboa, onde conheceu a mulher com quem viria a casar-se.

Não resisto a compartilhar convosco, criando o gosto pela leitura da obra, a descrição de uma serenata organizada por B.Léza nesta cidade da Praia.

Iniciada na rua contígua a esta onde nos encontramos, a Rua Miguel Bombarda, o grupo seguiu em direcção ao Monte-Agarro, descendo a Sá da Bandeira, indo concentrar-se no largo do Palácio onde foram saudados com uma salva de palmas pelo Governador. Vejamos a descrição do acontecimento:

“Havia ainda pouco tempo, que a luz eléctrica se apagara na via pública. Na cidade da Praia já dormente, reinava um sepulcral silêncio, quebrado apenas por abafados sons de instrumentos a afinar que saíam da casa n.º 44 da rua dr. Miguel Bombarda, cuja porta se achava fechada”, escreve B.Léza. “De súbito, a porta entreabriu-se e alguém anunciou com alegria: já temos lua!

Os músicos saem para a rua, cada um com o seu instrumento devidamente afinado, e, lentamente, seguem em direcção a Monte-Agarro, em duas filas. “Algum passante que acaso vagueava por esses lados a essa hora tardia da noite, contaria na segunda fila: dois violinos, quatro violões, um cavaquinho e um bandolim”. A primeira fila – cujos componentes o autor não especifica – “parecia guarda avançada de um séquito”. “Enfiou pela rua Sá da Bandeira (actual avenida Amílcar Cabral), levando atrás de si os músicos (…) Em vários pontos, umas luzes pardacentas entrecortaram a luz suave e branda da lua e, por entre elas umas cabeças humanas surgiram escutando a serenata, relata B.Léza.

No seu ziguezaguear madrugada afora, o grupo ia arrastando ouvintes curiosos atrás de si e já eram cerca de 30 ao pararem diante do palácio do Governo, ao som de Resposta di Segredo co Mar, de sua autoria. A seguir tocaram Unino. “Terminada que foi esta segunda morna, uma salva de palmas vindas do palácio agradeceu”, escreve B.Léza. (…) No relógio municipal três compassadas badaladas anunciaram as três horas da madrugada (…). Esta serenata, afirma, inspirou-o a escrever as suas reflexões sobre a morna, que incluiu no livro Uma Partícula da Lira Caboverdeana, que será publicado cerca de dois anos mais tarde” (pp. 30-31).

Episódio diferente, este, passado em Lisboa, tem a ver com a morna “Hitler", dedicada ao Primeiro-Ministro do Reino Unido, Sir Winston Churchill, e o texto Razão da Amizade Caboverdiana pela Inglaterra, sobre a presença dos ingleses em S. Vicente, abordando a sua influência nos hábitos e língua local (pp. 49-51).

Outros acontecimentos mais, ocorridos em S. Vicente, poderiam aqui ser invocados, mas ficam reservados para serem fruídos numa leitura pessoal e intimista.
O livro O Tempo de B.Léza – Documentos e Memórias está estruturado em função de momentos ou episódios marcantes da vida do Trovador, com ilustração em fac-simile de alguns documentos, e dois anexos. Um, contendo a listagem das 51 composições de B.Léza registadas na Sociedade Portuguesa de Autores e outro com o registo das composições e a indicação dos intérpretes e dos discos onde se encontram.

As três últimas secções do livro – “Morre o Homem, Fica a Fama”, “Uma Enorme Partícula da Lira Cabo-Verdiana” e “Um Escritor por trás do Violão” – constituem a parte onde a autora se concentra em análises e reflexões que nos levam a confirmar que, “meio século depois, B.Léza, continua actual”.

Fechado o livro, verifica-se que se apresenta envolvido numa capa muito harmoniosa, um trabalho bem conseguido de cores alegres do ilustrador brasileiro Paladino onde se retrata B.Léza nos anos 30/40, em cima da Lua – eventualmente numa referência às mornas “Lua Lumia’m Caminho” e “Lua Nha Testemunha” – com um violão ao peito.

Esta parceria brasileira, artista/investigadora, sobre um tema cabo-verdiano não poderia ser melhor. Assim, da capa à contra-capa, o livro é uma B.Léza, digo, beleza. Como diria Caetano Veloso, “Simplesmente beleza pura”! Posted by Picasa
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sábado, abril 22, 2006

Riberas di Santiagu, New Orleans, Madrid e Sampa dentu Kintal


Riberas di Santiagu, New Orleans, Madrid e Sampa dentu Kintal

Onti musica passa ponta i paredes di kintal.
Princesito fazi um autentico fusão ku batukaderas. Fusão sim, pamodi nta atcha ma contici algo más riba di batuku. Nta fica cada vez más convencidu ma Pantera odja longi, cantu e fla ma “batuku sta na moda”…

A seguir Magra i Zé di Diola fazi um autentico viagem na musica. Tudu ke possível obi em termos di estilos. Más um bez nu ta fla, benvindo Magra a es festival…

Raul (Bateria), Duka (baixo) e Ricardo di Deus (Piano) fictha noti ku chavi di oru. Um trio di luxo ku musicas di luxo. Ricardo da um banhu di clássicos di bossa nova. Raul marca como sempre se beat na standards també clássicos. Duka, um génio di nos musica toca un baixo ki ta da gostu obi.

Enfim, onti Riberas di Santiagu, New Orleans, Madrid e Sampa tudu subi plateau… Posted by Picasa
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sexta-feira, abril 21, 2006

Musicos di Santiagu Invadem Kintal da Musica




O "kintal" da Música vai ser o espaço pequeno para acolher um "mini" festival de musica. O som começa solto hoje, 20 Quinta Feira.
Um numero grande de artistas assinam presença. De Codé di Dona a Albertino, Zeca Couto a Princesito, Gamal a Kaká Barbos, Nhelas Spencer a Tó Alves e muito mais.
Batuku, finason, funaná, coladera, morna e musica di mundu vão ser pratos da noite neste simpatico espaço da cidade.
Alia e musicos sta di parabéns... Posted by Picasa
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terça-feira, abril 18, 2006

Raiz (di Polon) sai na China


A companhia de dança Raiz di Polon tem o prazer de anunciar o início no Sábado, dia 22 de Abril, de uma digressão na República Popular da China, a primeira da companhia no continente asiático e a primeira de um grupo de dança caboverdiano no maior país do mundo, no quadro das comemorações oficiais marcando o XXXº aniversário das relações entre Cabo Verde e China.

Raiz di Polon apresentará a sua mais recente peça, "Ruínas", que foi galardoada com a medalha de prata na categoria "Dança de Criação e de Inspiração Tradicional" em Dezembro último nos Vos Jogos da Francofonia em Niamey, Níger, além de vários trechos das peças "CV Matrix 25" e "Duas Sem Três" e sequências coreografadas especialmente para esta digressão. O grupo visitará às cidades de Pequim, Chongqing e Macau entre os dias 22 de Abril e 7 de Maio. ´

A companhia actuará no dia 25 de Abril em Pequim, nos dias 28 e 29 em Chongqing, de novo em Pequim no dia 2 de Maio, e em Macau nos dias 5 e 6 de Maio.

Organizada pela Embaixada de Cabo Verde na China e pela Associação de Amizade Macau-Cabo Verde, a digressão só se faz possível graças ao apoio concedido pela Fundação Macau, o Sr. David Chow, a Enapor, a Tecnicil e o Banco Comercial do Atlântico, além do inestimável esforço de várias instituições e indivíduos, entre os quais o Embaixador de Cabo Verde em Pequim, Sr. Júlio Morais, o Ministério de Relações Exteriores Chinês, a Embaixada da República Popular da China na Praia, o Consulado de Cabo Verde em Macau, e o Sr. Júlio Rodrigues, aos quais a companhia Raiz di Polon expressa os seus mais sinceros agradecimentos.

Raiz di Polon
Direcção de produção
cp 421/c Fazenda
Praia - Cabo Verde
+238 994 32 93

Son di Santiagu, aproveita para desejar sucessos ao grupo nesta longa "dança" e que raizes sejam plantadas também por lá.

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Pó di Terra lança Batuku na DVD


Grupo di Batuku di Tarrafal di Santiagu, Pó di Terra lança ses DVD sexta passado, dia 14, na CCF Praia.
Foi simplis, sem pintura…apenas batuku, batuku xintidu.

Apresentason foi di Princesito. Foi bom obi un storia. Di Pó di Terra má també di Batuku. Princesito consigui cria ku palavras i ku símbolos un ambienti digno di trabadju ki es “rapariguinhas di Tchon Bom” sa ta fazi.
Princesito inda lembra ma dia ta tchiga ki ta tem batukadera advogada, medica, engenheira…
Pó di Terra sta da ku torno ba tudu alguém odja na Internet.

Visita www.poditerra.com Posted by Picasa
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sábado, abril 08, 2006

Zequinha "Magra" - Uma sensibilidade Impar


Não dá para deixar passar despercebido, a presença de Magra na segunda largada
da Casa da Cultura.
Este músico constitui uma safra de grande valor quando se fala de guitarristas em Cabo Verde.
Ao lado de Katchás, Magra esteve “na dobra” em todos os arranjos, solos e melodias de Bulimundo.
Convido aqueles que ainda não o fizeram para ouvirem Santo Antoni la Belém, Bulimundo, Hora di Bem e outros temas.
Depois de Bulimundo, Magra tem feito outras experiências: com a bossa nova, com o blues, com o jazz, com o flamengo e claro com a música caboverdiana.
Enfim a mente musical de Magra está nas ilhas e para além das ilhas.
Ver a performance do nosso Zequinha juntamente com seu parceiro Zé di Diola, deixa-nos todos muito felizes.
O retorno de Magra aos ambientes de musica significa mais qualidade na área.
Disso é que precisamos.
Força Magra.

Foto: Abraão Vicente Posted by Picasa
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Seccção da Musica - Programa di Sábadu


Nês programa di Sábadu, na primera hora, Stieve, aproveitando aniversário di Nhu Djonzinho, violinista ki fazi 81 anu, maestro di Kim, Kako i Tó Alves, sta apresenta um bocadu vida dês homi ki dadu tcheu di tempu a musica di Cabo Verdi.

Na segunda hora, na linha di programa anterior, recordando Katchás i Bulimundo, Stieve sta ba tem presença di Silva, baixista ki djuntu ku Zé Augusto Timas marca ritmu di funaná pa iternidade.
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sexta-feira, abril 07, 2006

Fladu Fla fla ma tem Teatro




Lembrando a musica de Orlando Pantera, “Fladu Fla, undi ki bu staba, bu staba sukundidu…”
Sond di Santiagu quer deixar pelo menos o registo do que leu e ouviu sobre a apresentação da Peça Profisia di Kriolu do grupo Fladu Fla dirigido por Sabino Baessa.
O artigo de Luís Carvalho diz que Fladu Fla enche a sala Jorge Barbosa. Isto é realmente de realce, por que se se prestar atenção poucos eventos (sobretudo musica) têm levado uma quantidade razoável de gente a este espaço.

Se encheu e as pessoas gostaram como é opinião geral é sinal de que este publico do teatro, que a meu ver também “staba sukundidu”, correspondeu à necessidade dos actores e da própria peça…estar no palco, mostrar-se, dividir o texto com o público.

Falou-se ainda da qualidade, que é boa, bons actores, boa banda sonora, boa encenação, enfim são indicações de que alguma coisa está a acontecer pelos lados do teatro na Capital.
Parece que está a haver um crescendo desde Maria Badia de Princesito, a 24 Horas na Vida de Um morto, de Mário Lucio e agora com Fladu Fla de Baessa.
Estão todos realmente de parabéns pelo teatro. E o público claro que sempre existiu.
Afinal temos, sim, Teatro...ê staba sukundidu!!! Posted by Picasa
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quarta-feira, abril 05, 2006

Repitison di Secção da Música di Stieve Andrade


Programa Secção da Música di Stieve Andrade além di se programason normal di Sábadu 10 hora a meio dia, ta passa ta ser repitidu tudu terça i quinta fera.
Terça, a partir di 3 i meia ta repitidu primeru hora di Sábadu.
Quinta ta repitidu segunda hora di programa.

Son di Santiagu ta agradeci es vontadi i decison di Direcção di Rádio Comercial i di certeza tudu fâs di Stieve, di sê programa també ta fica contenti. Posted by Picasa
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terça-feira, abril 04, 2006

Filinto Silva sobre Casa da Cultura

O Mundo e o Belo
Saúdo efusivamente o Programa Casa da Cultura, que o artista plástico Abrão Vicente acaba de inaugurar na TCV. Distante de Cabo Verde, acompanhei a notícia pelo blog Son di Santiagu e, conhecendo a verve do Djinho Barbosa, fiz fé sobre as virtualidades do programa. Oxalá novos tempos comecem na TCV, que bem deles precisa. Os bons programas, como Monumentos e Sítios e Kultura, e, passem algumas controvérsias, Debates, deixaram saudade e é preciso que algo de qualidade os substitua. Abrão Vicente é um menino que já viu o Mundo e o Belo. E ergue agora uma casa, sem porta, nem janelas, mas tomada de alma e de espiritualidade.
Mi n ta mora li…
Fonte: http://www.albatrozberdiano.blogspot.com
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Casa da Cultura - Nta Mora Li



Aqueles que sintonizaram a TV nacional na passada sexta feira à noite foram de certeza surpreendidos com uma nova proposta em termos de programa cultural na televisão pública.

O projecto concebido por Abraão Vicente, artista plástico e patrocinado pelo Centro Cultural Francês, merece destaque pela sua forma simples mas com um substrato conceitual forte para além da dimensão informativa. O programa deixou transparecer que há um compromisso com imagens, com momentos, com relações e com a comunidade artística. E como em Cabo Verde o que mais conta (a sério) é a cultura muita gente vai “curtir” a Casa da Cultura. Nôs tudu nu ta mora la di certeza, na hora do programa.

Estes primeiros 30 minutos de program pôs a claro um conjunto de eventos que marcaram a Cidade da Praia nos últimos dias. Expressões Culturais de quase todos os segmentos. Assim a música, o teatro, a pintura, a dança, a fotografia e seus criadores tiveram um espaço para não só aparecer como também para falar.

O programa devolveu aos artistas um tempo que muitas vezes não têm que é “passarem o seu discurso” sobre a sua arte. Assim, por exemplo ouvir César Cardoso, fotógrafo falar da “sua fotosintizi” no ambiente da própria exposição, ouvir de Mano Preto as próximas “viagens na dança” do grupo Raiz di Polon, ou ainda a entrevista com Princesito para contar da sua experiência e de seu mundo, constituem dimensões importantes deste novo programa.

Por outro lado, o programa deixa uma dimensão que para mim é fundamental. A cultura está à solta e ela acontece a todo o tempo. Não se pode depender de despachos e notas para captarmos a dinâmica cultural em Cabo Verde. É preciso ter aquela sensibilidade para traze-la para um formato apresentável e de forma rápida. É preciso uma dose grande de flexibilidade para estar nos locais e espaços onde as “coisas” acontecem e ainda inteligência para navegar na fundamental dimensão conceitual.

Abraão Vicente está a conseguir com a Casa da Cultura, já na primeira edição, uma inovação. Conseguiu fazer e trazer não só momentos e imagens lindos como também um conteúdo que me parece vai ser essencial para ajudar a surgir algo urgente no domínio da produção cultural: a qualidade.

Por isso tudo, Son di Santiagu envia um abraço di kel forti, para Abraão. Continua com esta mesma luz.

Se podemos dar sugestões aqui vão algumas:
1. Procure criar ligações com todos os que estão directamente envolvidos na produção cultural
2. Faça a necessária pressão para conseguires de facto ser um programa nacional. A Brava é tão importante quanto Praia ou São Vicente
3. Tenha logo de inicio o quadro de financiamentos. O programa tem que durar no tempo

Conte com nosso apoio e de certeza de muitos outros. Posted by Picasa
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