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O Son varia com a L´Atitude.

terça-feira, janeiro 31, 2006

Quarteto

Quarteto em Si é um grupo que surgiu de uma ideia em Stand By.
Nhelas Spencer e Djinho Barbosa depois de anos de “choques musicais” resolveram levar a um público próximo os seus “Sons em Si”.

O grupo até esta data deu 3 concertos, 2 no Centro Cultural Francês e 1 no FestiJazz - Quintal da Música.
O Quarteto tem variado a sua formação em cada concerto. Vários músicos ajudaram a construir o grupo. Russo Bettencourt (Baixo), Jorge Pimpa (Bateria), Márcio Rosa (Bateria), Albertino (Baixo e Voz) e Paulo Noel (Baixo).
Mas o que relamente importa é que o Quarteto é um conceito e tem um compromisso apenas com a música. Posted by Picasa
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sexta-feira, janeiro 27, 2006

Artistas, Musicos e a Internet

Uma pesquisa nos Estados Unidos mostra como os artistas de uma forma geral usam a internet para criar e promover o seu trabalho. Também apresenta questões relacionadas com os direitos de autor e livre distribuição.

Artists, Musicians and the Internet

They have embraced the internet as a tool
that helps them create, promote, and sell
their work. However, they are divided about
the impact and importance of free filesharing
and other copyright issues
December 5, 2004
Mary Madden, Research Specialist

Unique surveys assess how artists and musicians use the internet, what
they think about copyright issues, and how they feel about online filesharing.

A national survey of self-described artists and an online survey of 2,755 musicians find:
Artists and musicians on all points of the spectrum from superstars to starving singers have embraced the internet as a tool to improve how they make, market, and sell their creative works. They use the internet to gain inspiration, build community with fans and fellow artists, and pursue new commercial activity.
Artists and musicians believe that unauthorized peer-to-peer file-sharing of
copyrighted works should be illegal. However, the vast majority do not see online filesharing as a big threat to creative industries. Across the board, artists and musicians are more likely to say that the internet has made it possible for them to make more money from their art than they are to say it has made it harder to protect their work from piracy or unlawful use.

Obs: Veja o documento em http://www.pewinternet.org/reports.asp (Artists, Musicians and the Internet)
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quinta-feira, janeiro 26, 2006

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terça-feira, janeiro 17, 2006

Rituels de vie et de mort / Rituais de Vida e Morte


Spera Santa.
Spera Santa
Une exposition d’ Abraão Vicente, au Centre Culturel Français de Praia, du jeudi 19 janvier au samedi 4 février 2006.

Abraão Vicente, photographe et artiste plastique, partage ses activités entre Barcelone, où il dirige un centre d’art contemporain, et Praia. Cette exposition constitue le premier volet d’un reportage photographique plus ample sur l’ensemble de l’archipel, en cours de réalisation avec l’appui du CCF.

“Pintamos porque la vida no basta. ¿Dije yo eso o lo leí en alguna parte? Creo que es mío. En cualquier caso aquí la vida si basta. Es casi excesiva. Un buen lugar para parar.” Fala assim Miguel Barceló de Gao, Mali, em “Cuadernos de África”. Tomo a liberdade de plagiar-lhe por inteiro. A pintura porque a vida não chega, não satisfaz. Contudo a fotografia porque aqui sim, a vida basta.

“Rituais de Vida e Morte” porque tinha já razão o poeta quanto sonhou “ a vida é um palco e todos nós somos actores, cada um com seu papel a desempenhar”. Recorrentemente os não ocidentais desempenham o papel de exóticos nesse jogo de história, caracterização, representação, identidade e máscaras. Ninguém pede razões e ninguém se os vai dar aqui. A fotografia contemporânea mais que a representação apresenta-se como um instrumento de manipulação do tempo. Do tempo relativo e do tempo absoluto. Ou será a negação do próprio tempo? Desconheço a resposta obvia, mas por certo é a descontextualização de um fragmento da história, uma certa desconstrução do tempo passado, a apresentação de um momento presente como testemunho de um tempo que há de vir.

Em “Rituais de Vida e Morte” o humano alcança preponderância face á paisagem, a teatralização suprime num jogo de símbolos a mera representação do homem, da mulher, da criança, enfim, de qualquer elemento que pode supor o típico ou o exótico. A composição da área fotográfica assume importância por negação do acaso. Cada momento é evocado como um acto de criação, tão consciente como construído pela objectiva do fotógrafo. O tradicional e o moderno, o pagão e o religioso, a rotina e a casualidade, a luz e a sombra, as máscaras e as máscaras. Em última instancia “Rituais de Vida e Morte” visa normalizar cenas da vida de todos os dias, momentos que existem independentemente da nossa percepção, aquela poesia que existe em gestos e rituais tantas vezes repetidas que por vezes passam desapercebidas. Tenho na memória uma parede qualquer em Alfama, Lisboa onde alguém pintou “We are not typical”, nós também não. “Rituais de Vida e Morte” é apesar do corpo o espírito de Cabo Verde.

Abraão Vicente
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quarta-feira, janeiro 11, 2006

Com internet, selos independentes crescem nos EUA

Grandes gravadoras perdem mais espaço em 2005; enquanto as vendas de discos caem, uso do iTunes cresce 150%.
Enquanto a indústria fonográfica cambaleia por mais um ano de declínio geral de vendas, surgem novos sinais de que a democratização da música que a internet tornou possível está alterando o equilíbrio de poder no setor. Aproveitando as possibilidades de fóruns de mensagens, blogs de música e serviços de contatos on-line, os selos independentes de música estão conseguindo grandes avanços, em detrimento dos quatro grandes conglomerados musicais mundiais, cujo modelo, baseado em grandes sucessos promovidos basicamente por meio da execução em rádio, parece cada dia mais desatualizado.As vendas de CDs e álbuns em formato digital caíram 8% até agora neste ano, ante o período em 2004, segundo dados da Nielsen SoundScan. E, embora as vendas de faixas em formato digital por meio de serviços on-line como o iTunes tenham crescido 150%, para bem mais de 320 milhões de unidades até novembro de 2005, essa ascensão não basta para compensar a queda na venda de álbuns. No geral, as vendas de música caíram pouco menos de 5%, se as faixas individuais em formato digital forem reunidas em grupos de dez, cada qual contado como um álbum, segundo estimativas da revista "Billboard".Mas, a despeito da queda, dezenas de gravadoras independentes vêm se saindo bem, com lançamentos que registram vendas significativas por artistas como o rapper Pitbull e bandas indie como Interpol e Arcade Fire. As independentes responderam por mais de 18% dos álbuns vendidos neste ano -sua maior participação de mercado em pelo menos cinco anos, segundo dados da Nielsen SoundScan. (Se diversas grandes gravadoras independentes cuja música é vendida pelas divisões de distribuição dos grandes conglomerados fossem incluídas nesse cômputo, a participação das independentes superaria os 27%.).A ascensão das independentes surge no momento em que os quatro conglomerados dominantes -Universal Music Group, Sony BMG Music Entertainment, Warner Music Group e EMI Group- encontram problemas para continuar operando à sua maneira tradicional, devido a uma série de fatores, entre os quais a repressão ao jabaculê (pagamentos feitos às rádios pela execução de canções).Em um mundo de conexões em banda larga, repleto de players de MP3 com 60 gigabytes de memória, os consumidores talvez tenham mais poder que em qualquer momento do passado para saciar sua curiosidade quanto a músicas que não se enquadram nos veículos tradicionais da indústria fonográfica, primordialmente estações de rádio e a MTV."Os fãs ditam as normas agora", diz John Janick, co-fundador da Fueled by Ramen, gravadora independente de Tampa, Flórida, cujo elenco inclui bandas underground como Panic! At the Disco e Cute is What We Aim For. "Não é mais tão fácil empurrar material goela abaixo. Não quer dizer que os consumidores se tenham tornado mais espertos, mas agora tudo está ao alcance de suas mãos. Eles podem encontrar facilmente alguma coisa diferente, nova. Contam aos amigos, e a coisa começa a se espalhar."O setor independente, combinado, já supera em vendas dois dos quatro grandes conglomerados, Warner e EMI. E os executivos das independentes mais ambiciosas têm por objetivo capturar ainda mais terreno. Neste ano, formaram uma associação setorial cujo objetivo é estabelecer uma frente unida para negociar acordos com serviços on-line de música, entre outras prioridades.Nas grandes gravadoras, muitos executivos preferem considerar a rápida expansão das independentes como um fenômeno passageiro que tem mais a ver com a consolidação das grandes empresas -Sony e Bertelsmann fundiram suas divisões de música no ano passado- do que com a adoção de técnicas de marketing mais inteligentes por parte das pequenas. Na verdade, as gravadoras independentes também estão vendendo menos álbuns do que há cinco anos -mas a queda não é tão rápida quanto a das rivais maiores.Mas as grandes empresas também começaram a empregar muitos dos veículos que anteriormente se dedicavam basicamente a material independente. Muitas adquirem espaço publicitário em blogs que oferecem arquivos musicais gratuitos, e neste ano a Interscope Records, divisão da Universal, fechou acordo para distribuir música por meio de um rótulo criado em parceria com o MySpace, serviço de contatos que alega ter 40 milhões de membros.Mesmo assim, os ganhos das independentes parecem representar mais do que simples rumores divulgados on-line. As independentes também ganharam prestígio entre supervisores de produção de cinema e TV que estão à procura de sons que escapem ao convencional e estão colocando seus discos em cadeias de varejo de grande porte, muitas vezes com o apoio de uma distribuidora controlada por um dos grandes conglomerados, como a Warner.Mas não existe fator mais significativo do que a internet, que alterou os padrões de venda do setor e, mais importante, virou de cabeça para baixo a hierarquia tradicional na promoção de música. A conversa sobre uma banda underground pode se espalhar como um vírus, permitindo que o grupo conquiste atenção nacional antes mesmo de assinar um contrato de gravação, como aconteceu neste ano com o grupo indie Clap Your Hands Say Yeah.

Fonte: Folha de S. Paulo [New York Times][29/12/2005]
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segunda-feira, janeiro 09, 2006

Homenagem a Anu Nobu


Anu Nobu, referência marcanti na música di Santiagu.

Mês di Janeru (14) ê aniversário di sê morti. Son di Santiagu ta lembra ês homi di kultura ki marca tudu un gerason di musicos.

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