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O Son varia com a L´Atitude.

quarta-feira, março 22, 2017

terça-feira, março 21, 2017

Chuck Rock



"If you tried to give rock and roll another name, you might call it 'Chuck Berry'." - John Lennon

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Morabeza Please!



Oliveira Barros

Desmontagem de “Morabeza” – Coimbra-73

Das revoltas da nossa África
pacificada pelos canhões e desarmada pela cruz
ensinaram-nos “gente-gentio-que-come-gente”
a selva o selvagem e os monstros da nossa infância.
Assim começou
o que portugal vem chamando
nossa cultura diferente.
─ Em tempos dessa remota subjacência
cabo verde cantou a adjacência…
Num paraíso de “Bapor di Sul na Mar”
esperando contratados,
de cadáveres entulhados pelos caminhos
de isolamento, fome e enterros coletivos,
nasceu a mitologia
do sentido da festa, de arte de receber
do nosso abraço envolvente afável cativante,
“Morabeza” é essa estranha florescência
do tempo da fartura ilusória
da farinha de mandioca.
“Morabeza” chocolate, please!
“Morabeza” cigarrette, please!
Money, please, please, please!
“Morabeza” é mendicidade de cicerone em pele e osso.
“Morabeza” é sexo comerciado em todas as línguas
com marinheiros de todos os mares.
“Morabeza” hoje
que negreiros em versão moderna
deixaram Cabo Verde rumo ao crescimento de Lisboa,
é a arte de receber o invasor
em todas as suas formas de chegar.
Em todas as suas formas de querer ficar…
Portugal foi-nos sempre
um Longe e um Dentro:
O Longe da nossa Fome
O Dentro da nossa renúncia.
“Morabeza” é ode ao conformismo.
“Morabeza” é DESARMAMENTO:
portugal inventou em nós a “Morabeza”.
Os literatos caboverdeanos
criaram ou caíram na glosa deste mote
tão velho como as velhas caravelas.
Poetas exilados ou silenciados
de gavetas grávidas e cabeça em febre!
Não é apenas um desejo impotente:
Cabo Seco, arquipélago da fome
sala de danças predileta da Lestada,
vai ser CABO VERDE.
─ Os ecos chegam do Sul no sentido da Monção
e não param.


in Raízes, nº 2 Ano I – 1977
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segunda-feira, março 20, 2017

Prime Talk #1



Prime Talk #1

Integração dos indicadores do turismo nas ferramentas de gestão.

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Breaking News!



A TCV está de parabéns...finalmente!
Parece que temos um novo sistema de rodapé. E ao que parece, o rodapedista de serviço for "reciclado".

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Educação...ainda!


"Peça a peça, etapa a etapa, o novo curriculum ganhou forma. E, com ele, entrou nas escolas uma maior diversidade de opções pedagógicas, a tecnologia passou a fazer parte da aprendizagem em todas as disciplinas, a ênfase recaiu sobre sete competências transversais (gráfico 5) e a multidisciplinariedade foi promovida a obrigatória."

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segunda-feira, dezembro 19, 2016

O Kluster dos Hankais 16


Em 2017 os Hankais virão em "tripulo", para manter o alto nível de competência do Kluster mais criativo da República.

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sexta-feira, dezembro 16, 2016

Vem aí o Kluster do Sky!


Djarfogo inaugura mais um Kluster...

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sábado, dezembro 10, 2016

A propósito de Galas


Jazz at the White House! 
Enjoy!
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sexta-feira, dezembro 09, 2016

Democracia Cultural no Estado de Direito Democrático!


Hoje em dia - como o senhor próprio afirma - existe uma forte tendência a se pensar que tudo é arte, que qualquer um é artista. Esse tipo de pressuposto não contribuiria para um esvaziamento da reflexão do papel do sujeito e do trabalho no ato estético?

Ferreira Gullar: Evidente, evidente. Essa afirmação a que eu me referi, segundo a qual arte todo mundo pode fazer, isso é uma mentira e desvaloriza o artista. É um democratismo, uma falsa liberalidade que não tem valor algum, porque é mentirosa. De fato, se você admite que qualquer um pode fazer arte, pode parecer que sua visão é igualitária. Mas as pessoas não são iguais, elas têm direitos iguais. Nem todo mundo é Zico."

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